quarta-feira, 26 de maio de 2010

Dom Pedro Luiz: Um ano de falecimento


As vésperas de se completar um ano do acidente com o vôo 447 da Air France, o Príncipe e a Princesa Dom Antonio de Orleans e Bragança mandam rezar missa em sufrágio a alma de seu filho, o saudoso Príncipe Dom Pedro Luiz, uma das vítimas da tragédia, a celebrar-se no Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro em 1º de junho de 2010, às 12 horas, por Sua Excelência Reverendíssima Dom José Palmeiro Mendes, OSB, e concelebrada pelos Padres Alessandro de Bourbon Duas-Sicílias e Jorge Luiz Neves Pereira da Silva (Pe. Jorjão).

Na Bélgica, em 30 de maio de 2010, os Príncipes de Ligne mandam celebrar missa no Castelo de Beloeil, com a presença da Princesa Dona Amélia de Orleans e Bragança.   

Aguarda-se para a data demais celebrações em todo Brasil.

Falece José Zamoyski Borbon

José Zamoyski Borbon

Faleceu na noite de sábado para domingo, 22/ 23 de maio, na aldeia de El Rocio (Almonte, Huelva), Espanha, de uma parada cardio-respiratória, José Zamoyski Borbon, aos 75 anos. Ele tinha parentesco próximo a vários integrantes da Família Imperial do Brasil, de seus “dois” ramos.

Trata-se de um neto do Príncipe Dom Carlos de Bourbon das Duas-Sicílias, infante de Espanha (1870-1949), irmão mais velho da Princesa Dona Maria Pia, Princesa Imperial do Brasil por seu casamento com o príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança. Dom Carlos casou em primeiras núpcias com a infanta de Espanha Dona Maria de las Mercedes, princesa das Astúrias (1880-1904), irmã e herdeira presuntiva por vários anos do rei Afonso XIII. Filha de Dom Carlos e D. Maria de las Mercedes, a infanta Isabel Alfonsa da Espanha (1904-1985) casou-se com João, Conde de Saryusz, Conde de Zamosc Zamoyski (1900-1962), que são os pais de Jose Zamoyski Bourbon, Conde Zamoyski. A infanta Isabel Alfonsa era prima irmã de nosso Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança.

O príncipe Dom Carlos casou em segundas núpcias com a princesa Luisa de Orleans, sendo pais, entre outras, das Princesas D. Maria de las Mercedes (mãe do rei Dom Juan Carlos) e de D. Maria de la Esperanza, esposa do príncipe Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança.

Foram avós paternos de José Zamoyski Borbon, o Conde André Zamoyski (1852-1927) e sua esposa, nascida Princesa Carolina de Bourbon das Duas-Sicílias (1856-1941).

Falecido na aldeia de El Rocio, o corpo de José Zamoyski Borbon, foi trasladado para o Palácio de Villamanrique de la Condessa, propriedade de Dom Pedro Gastão e de D. Esperanza, que ali faleceram, pertencendo hoje à sua filha mais velha, Dona Maria da Glória. O sepultamento ocorreu dia 26, na Igreja de El Salvador, onde já estão sepultados  Dom Carlos e sua segunda esposa, e também seu filho, o Príncipe Carlos (1908-1936), primo irmão e grande amigo de Dom Pedro Henrique, falecido na guerra civil espanhola.

Estavam presentes ao sepultamento Dona Maria da Glória e seu esposo, o Duque de Segorbe. Os Reis de Espanha mandaram uma mensagem de pesar e uma coroa de flores.

José Zamoyski Borbon era homem de fé religiosa e dedicava muito de seu tempo a obras de caridade. Integrava várias Irmandades, tanto em Madri, onde morava, como em Sevilha. Justamente, morreu na viagem que empreendeu para participar da anual romaria em honra da Virgem do Rocio, padroeira de Almonte, localidade próxima a Sevilha. Ele tinha casado fora dos círculos da realeza e da aristocracia, com Maria Navarro, deixando um filho, José Miguel Zamoyski. Dois de seus irmãos já são falecidos, restando apenas a irmã mais moça, Maria Teresa, monja carmelita descalça em Madri (Irmã Rocio).


Descanse em Paz




Falece a Grã - Duquesa Leonida


Faleceu em Madri no dia 24 de maio a Grã-Duquesa Leonida da Rússia.

Nascida Princesa Bragation Moukhranski a 23 de setembro de 1914, em Tiflis, casou-se com o Grão-Duque Vladmir da Rússia, bisneto do Czar Alexandre II e pretendente ao Trono Russo, em Lausanne, em 1948, tendo deste matrimônio uma filha, a Grã-Duquesa Maria Vladmirovna, atual pretende ao Trono da Rússia.

A Grã-Duquesa será enterrada na mesma sepultura do marido, no Forte de São Pedro e São Paulo, em São Petersburgo.

sábado, 22 de maio de 2010

Falece o Arquiduque Rodolfo da Áustria

O Arquiduque Rodolfo e sua esposa

Faleceu no último dia 15, na Bélgica, o Arquiduque Rodolfo da Áustria. O Arquiduque era o sexto filho do Imperador Carlos I, Beato da Igreja Católica, e da Imperatriz Zita da Áustria. Ele nasceu em 1919 na Suíça, casou-se em primeiras núpcias com a Condessa Xênia Bresabrasov (1929-1968) e em segundas núpcias com a Princesa Ana Gabriela de Wrede. Teve 5 filhos: a Arquiduquesa Maria Anna; que se casou com o Príncipe Pedro Galitzine, o Arquiduque Carlos Pedro; casado com a Princesa Alexandra de Wrede, o Arquiduque Simeão; casado com a Princesa Maria Paloma de Bourbon Duas-Sicílias, o Arquiduque João, que faleceu em 1975 e a Arquiduquesa Catarina; casada com o Conde Maximiliano Secco di Aragona. Deixou 15 netos.




O Arquiduque Rodolfo era irmão do Arquiduque Otto de Habsburgo, Chefe da Casa Dinástica de Habsburgo, de jure Imperador da Áustria, Rei da Hungria e da Boemia, que recentemente perdeu sua esposa, a Arquiduquesa Regina. Dos filhos do Imperador Carlos I da Áustria, apenas os Arquiduques Otto e Felix ainda vivem.
Cabe salientar que Dona Christine, esposa do Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança, era prima do Arquiduque Rodolfo, pois seu avô, o Príncipe Felix de Bourbon Parma, casado com a Grã-Duquesa Carlota do Luxemburgo, era irmão da Imperatriz Zita da Áustria. Além do que, a tia paterna de Dona Christine, a Princesa Yolanda, nascida Princesa de Ligne, casou-se com o Arquiduque Carlos Luiz da Áustria, irmão do falecido Arquiduque Rodolfo.

O Arquiduque Rodolfo, a eposa e a Arquiduquesa Yolanda, nascida Princesa de Ligne




A todos os enlutados, nossas mais sinceras condolências.

 
DESCANSE EM PAZ!

sábado, 15 de maio de 2010

O Papa em Portugal: a Família Real Portuguesa celebra a visita

Em visita a Portugal, Sua Santidade o Papa Bento XVI teve as melhores impressões do acolhedor povo português, ajudando-os a renovar as esperanças.


O Sumo Pontífice chegou a Lisboa em 11 de maio sendo recebido pela multidão que se aglomerava nas ruas, junto ao povo, os Duques de Bragança, acompanhados dos Infantes, aguardavam a passagem do Papa.

Como expectadores, a Família Real Portuguesa, em toda sua simplicidade foi as ruas receber o Papa 

Logo após os protocolos, seguiu-se missa no Terreiro do Paço, contando com incrível número de expectadores. A Família Real Portuguesa e Sua Alteza Real a Princesa Senhora Dona Teresa, nascida Princesa de Orleans e Bragança, estavam presentes na primeira fila, em lugar de destaque, seguidos dos ilustres membros da Ordem de Malta em Portugal.

Em lugar de destaque, Terreiro do Paço, a Família Real Portuguesa e a Princesa Dona Teresa participam da celebração da Santa Missa  

Aos 90 anos, membro da Família Imperial Brasileira, a Princesa Dona Teresa fez questão de comparecer a Santa Missa 


O Infante Dom Dinis, a Infanta Dona Maria Francisca, o Príncipe da Beira, Dom Afonso, acompanhados dos pais, os Duques de Bragança e da tia, a Princesa Dona Teresa


A Família Real Portuguesa e S.A.R. Dona Teresa de Orleans e Bragança, logo atrás os membros da Ordem de Malta

No dia 13 de maio, Sua Santidade rumou para Fátima, destino original de sua visita. Lá celebrou missa para fiéis de todas as partes da Europa. Os Duques de Bragança foram mais uma vez ao encontro do Papa, pois naquela data celebravam 15 anos de casamento. Em Fátima, os Duques presentearam o Papa com uma imagem em bronze de Nossa Senhora do Rosário.  
           
No Santuário de Fátima, a Família Real de Portugal agurda o Papa para um encontro de celebração do 15º aniversário de casamento dos Duques de Bragança


  Dom Duarte e o Papa. O Duque e a Duquesa, em companhia dos Infantes, presentearam o Sumo Pontífice com a Imagem em bronze de Nossa Senhora do Rosário.

A visita que Sua Santidade empreendeu a Portugal foi definitiva para o reconhecimento da firme postura adotada pelos portugueses diante das tentativas de difamação da Igreja e do Santo Padre. Portugal se vestiu de amarelo, branco e azul para recepcionar o Papa. Prova de toda devoção por parte daquele povo, pode ser vista no blog amigo: Família Real Portuguesa, que acompanhou intensamente as atividades dos Duques de Bragança durante a visita de sua Santidade a Portugal.

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As fotos são do blog Família Real Portuguesa, com a gentil concessão da editora, a amiga Maria Menezes.  


quinta-feira, 13 de maio de 2010

13 de maio: Dia da Redenção Negra

Dona Isabel é admirada pela raça que ela libertou

O Decreto de Extinção da Escravidão no Brasil, assinado por Dona Isabel de Bragança, numerado como lei 3353 de 13 de maio de 1888, foi recebido com festa e alegria pela multidão negra que se aglomerava nas senzalas e nos infectos cubículos dos senhores escravocratas da cidade ou do campo.


Lei Áurea


Pena que assinou a Lei que libertou a Raça Negra no Brasil

Por certo a alegria dos africanos explorados no Brasil não refletia o sentimento de seus “donos”. Logicamente, as elites brasileiras do ouro, da cana-de-açúcar ou do café, eram beneficiadas pela mão de obra ancila. Porem, na contramão de tais especulações, Dona Isabel sancionou a Lei Áurea, dissolvendo o Gabinete do Barão de Cotegipe, um escravocrata convicto. A dita Lei deveria passar pelo Congresso, que pode ser dito a época como conservador, pois se o Imperador era o Defensor Perpétuo do Brasil, o Congresso era o Defensor Perpétuo das Elites e por tal motivo estranhou-se a aprovação da redenção negra, a abolição da escravatura.

O regozijo popular chegou ao ápice quando de uma gratidão sem fim, resolveram intitular Dona Isabel, a criadora da Lei, como a Redentora. E de fato o era. Os únicos a receberem negros nos salões de seus palacetes foram os Imperadores do Brasil, ninguém da aristocracia ou de classes ainda inferiores aceitava um africano em suas casas. Mas Dona Isabel desde sempre os recebera. Desde o apoio ao Quilombo do Leblon até a dança com José Pedro Américo de Matos no grandioso baile de Baependy, teve-se tal prova. Nos palácios do Império, a serviço da Família Imperial do Brasil não havia escravo algum, foram eles os primeiros a alforriá-los. Seu amor aos súditos e sobre tudo aos negros, tão humilhados, era visto por todos, e quando da assinatura da Lei, lhe disse o Barão de Cotegipe, já dissolvido, agora em ódio: “Vossa Alteza libertou uma raça, mas perdeu o trono”, o qual obteve a resposta imediata da Princesa Imperial: “Mil tronos eu tivesse, mil tronos eu perderia para libertar os escravos do Brasil”.


1888, no Rio, em frente ao Paço Imperial, a multidão se reúne para celebrar a Abolição e homenagear Dona Isabel


Verdade de Dona Isabel. Verdade do Barão. Não tardou muito. Na volta do Baile da Ilha Fiscal, foram todos surpreendidos a 15 de novembro de 1889, pouco mais de um ano depois, quando pôde evoluir as conspirações e os conluios daqueles que tipificavam a negritude e condenavam aquela raça à prisão dos cativeiros ensangüentados pelo passado dos açoites do feitor maldoso, importado apenas em punir a “coisa” que foi comprada e que deveria trabalhar como um condenado, que de fato também o eram, perdendo a Redentora e seu pai, o orgulhoso Imperador, o Trono do Brasil. E perderam juntamente como trono, o cetro, mais nunca o respeito e o amor do povo brasileiro.

Dona Isabel, a Redentora

Por fim, nos 120 anos de república, auto-intitulada mãe do povo, vê-se o que plantaram seus incentivadores do passado, tendo o povo à certeza derradeira da falta do respeitoso tratar com as coisas do erário público e o sentimento de aniquilação da defesa de seus reais interesses por parte dos republicanos no poder da República Federativa do Brasil, que desde o começo constitui-se de mentiras e trapaças, que jamais representarão os interesses do povo e sim o de classes que como as oligarquias do passado, ainda dominam.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

SERÃO CELEBRADOS NO RIO, OS 72 ANOS DE S.A.I.R. DOM LUIZ


Convite

O Pró Monarquia e a Associação dos Amigos da Família Imperial têm o prazer de convidar V. Sa. e Exma. Família para a Santa Missa em Ação de Graças pelo 72º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, que farão celebrar na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro, no dia 6 de junho, domingo, às 12h15mim.

Seguir-se-á almoço de adesão em homenagem ao natalício de Sua Alteza, no Hotel Windsor Florida, Rua Ferreira Viana, 81 – Flamengo.

XXI Encontro Monárquico

Será no Rio de Janeiro em 05 de junho de 2010, a vigésima primeira edição do Encontro Monárquico. O Hotel Windsor Florida foi o local escolhido para abrigar um dos maiores eventos promovido pelos monarquistas brasileiros.

O encontro ocorre anualmente, reunindo intelectuais, autoridades e as principais lideranças monárquicas do país. É um momento de discussão, onde em conferência, são abordados os mais diversos assuntos. Os Príncipes dinastas são presença garantida.

Confira a programação:

09h30mim – Recepção aos Participantes

10h – Sessão de Abertura e Palestra do Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luiz de Orleans e Bragança: Vocação Providencial do Brasil.

11h – Intervalo.

11h15mim – PNHD3
Prof. Dr. Ibsen Noronha & Desembargador Dr.Hélio Monteiro de Barros.

12h30mim – Almoço.

15h30mim – Reabertura dos Trabalhos – Monarquia e Eleições 2010: Consciência, Razão e Responsabilidade
Dom Antônio de Orleans e Bragança.

15h45mim – Os 90 Anos de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança – O Príncipe Perfeito
Prof. Dr. Rogério da Silva Tjader.

16h45mim – Ameaça bolivariana na América Latina
Sr. José Carlos Alves de Matos Sepúlveda da Fonseca.

17h45 – Intervalo para o Chá da Tarde.

18h30mim – Um Exemplo: Ação Monárquica nas Minas Gerais
Prof. Dr. Mário de Lima Guerra

19h30mim – Sessão de encerramento e Palestra do Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança: A Missão dos Monarquistas na Atual Conjuntura.


O Windsor Florida Hotel fica na Rua Ferreira Viana, 81, Flamengo, Rio de Janeiro | Toolfree: 0-800-891-3841 – Telefone: 55 21 2195-6800 Fax: 55 21 2285-5777.

Maiores informações em http://www.monarquia.org.br/ ou pelo telefone 11 3822-4764.

domingo, 9 de maio de 2010

Aniversário de S.A.I.R. Dom Luiz e XXI Encontro Monárquico

É chegada a hora da celebração do Movimento Monárquico Brasileiro, está marcado a data do XXI Encontro Monárquico que coincide mais uma vez com o natalício de nosso Imperador de jure. Confira o que diz o Dr. Gustavo Cintra do Prado:

Prezado(a) Monarquista

O correr dos meses nos aproxima do duplo evento que anualmente congrega os monarquistas brasileiros.

No dia 6 de junho, um domingo, teremos na cidade do Rio de Janeiro a comemoração do 72º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, com Missa de Ação de Graças na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora do Outeiro, na Glória, seguida de almoço de adesão no Hotel Windsor Florida, no Flamengo.

E na véspera, sábado dia 5, ocorrerá no mesmo Hotel o XXI Encontro Monárquico, com a participação dos Príncipes da Casa Imperial do Brasil e de destacados líderes dos Estados.
Será o Encontro ocasião para repassar o momento histórico brasileiro, colocando em comum experiências e definindo metas e estratégias de ação para mais um ano de conquistas.

A todos os participantes do Encontro regularmente inscritos será entregue, no encerramento, um diploma de participação.
Contando para essas gratas ocasiões com sua presença e a de seus familiares, com todo apreço subscrevemo-nos

Atenciosamente,


Gustavo F. Cintra do Prado
Diretor Secretário Geral

sexta-feira, 7 de maio de 2010

13 de maio: Convite do Círculo Monárquico de Belo Horizonte

Nas proximidades do Dia da Redenção Negra, o Instituto Cultural Dona Isabel I nos repassa o convite do Círculo Monárquico de Belo Horizonte, que tem programa especifico para o dia em que se comemora a Abolição da Escravatura:

ATENÇÃO


Em caso de cópia do material exposto: considerando a lei 9610/98, o plágio é crime. As obras literárias e fotográficas existentes neste espaço são de uso exclusivo do Blog Monarquia Já. Ao copiar qualquer artigo, texto, fotografia ou assemelhado, o Blog Monarquia Já deve, obrigatoriamente, ser citado.

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