sábado, 28 de agosto de 2010

Hoje na História: Falecimento do Conde d'Eu



Há 88 anos falecia o Conde d’Eu.

Em 33 anos de exílio o Príncipe Louis Philippe Marie Ferdinand Gaston, Conde d’Eu, marido de nossa Princesa Isabel, amargou a dor da perda da sogra, a Imperatriz Dona Teresa Cristina, em 1889; do sogro, o Imperador Dom Pedro II, em 1891; dos filhos, o Príncipe Dom Antonio, em 1918 e o Príncipe Imperial Dom Luiz, em 1920 e da esposa, em 1921. Foram perdas irreparáveis ao Conde, que já acumulava 80 anos de vida.

O retorno a França natal, a vida no Castelo d’Eu, as recepções no Palacete de Bologne-sur-Seine, não minimizavam a falta dos sogros e do Brasil Imperial, mais tarde, quando o filho Dom Luiz se foi, o pai estremeceu, numa tristeza que um ano depois o deixaria ainda mais debilitado, com a morte da esposa.  
                                           
Em 1922, o governo republicano Brasileiro convidou a Família Imperial exilada para as comemorações do Centenário da Independência do Brasil, quando então Dona Maria Pia, Dom Pedro Henrique; Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luiz Gastão e o Conde d’Eu rumaram a bordo do navio Massília e Dom Pedro de Alcântara, a Condessa Maria Elisabeth e Dom Pedro Gastão a bordo do navio Curvelo, rumaram para o Brasil. Na noite de 28 de agosto, ainda no navio em direção ao Brasil, acompanhado de sua nora, Dona Maria Pia, o Conde d’Eu jantava com o comandante do Massília, quando, de um mal súbito, veio abraçar-se em sua nora, que, evitando a queda do sogro, o amparou. Mais tarde constataram que o Conde, naquele momento, havia perdido a vida. Alguns dias depois, desembarcou no Rio de Janeiro, a Princesa Dona Maria Pia, trazendo consigo a triste notícia da morte do sogro. O Conde d’Eu foi velado no Brasil e depois levado ao mausoléu francês de Dreux, para ser enterrado na Cripta da Família de Orleans, de onde saiu para ser transladado para o Brasil em 1953.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dom Bertrand e Dom Antonio visitam o Arcebispo do Rio de Janeiro

Recentemente SS.AA.II.RR., os Príncipes Dom Antonio e Dom Bertrand de Orleans e Bragança estiveram em visita a Sua Excelência Reverendíssima, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta. Acompanhados do monarquista Mario de Oliveira, os Príncipes foram agradecer o apoio recebido quando do trágico acidente que vitimou o saudoso Príncipe Dom Pedro Luiz, aproveitando também para reafirmar o apoio na luta contra o aborto. Suelly Vasconcellos em sua coluna no jornal “Testemunho de Fé”, da Arquidiocese do Rio de Janeiro, relata o acontecimento, conforme reprodução abaixo:  

(Clique para ampliar)

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Semanário "Testemunho de Fé"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

S.A.I.R., o Príncipe Dom Bertrand ministrará conferência sobre o PNDH-3



“Em 22 de dezembro de 2009, por decreto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pôs em vigor o Plano Nacional de Direitos Humanos-3 (PNDH-3), texto agressivo, totalitário e coletivista, que traumatizou a Nação. O diploma legal, saudado com entusiasmo pelas esquerdas, não teve condições políticas de sustentação. Quase cinco meses depois, premido pelo clamor da inconformidade popular e por conveniências eleitorais, o governo finalmente alterou em pontos fundamentais o PNDH-3. Foi verdade ou show? Você precisa saber para ficar atualizado.

 O que pensar deste programa da coligação governista, que procura enfiar o Brasil nos moldes de sua utopia de destruição?
O governo, ao ajustar pontos do programa que traumatizaram a Nação, ferindo-a em seus sentimentos de religião, nacionalidade e autonomia pessoal, recuou como foi noticiado por certa imprensa? Ou fez retirada momentânea sem abandono a objetivos programáticos irrenunciáveis para revolucionários, hoje no governo, obcecados por seus ideais de demolição?

Estas e outras perguntas de enorme atualidade serão respondidas por especialistas na matéria, com grande experiência da vida pública brasileira.
 
Dia 26 de agosto de 2010
Local: GOLDEN TULIP– Paulista Plaza
Endereço: Alameda Santos, 85 – Jardins – São Paulo

Conferencistas:

Prof. Ives Gandra da Silva Martins
As inconstitucionalidades no PNDH-3.


Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança
A corrosão do direito de propriedade no PNDH-3.
Reforma agrária, quilombolas, questão indígena.


Deputado Federal Jairo Paes de Lira
O PNDH no Congresso Nacional.
Aborto, “casamento homossexual” e desarmamento.


Dr. Paulo Uebel, Diretor executivo do Instituto Millenium
Aspectos econômicos do PNDH-3
A prosperidade e o desenvolvimento humano


Horários

19h30mim: Recepção e café de boas-vindas

20h: Início do fórum

22h: Considerações finais e Encerramento”.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Falece o Duque Carlos Hugo de Bourbon-Parma, Duque de Parma e Piacenza


Faleceu no dia 18 de agosto de 2010, aos 80 anos de idade, Sua Alteza Real, o Duque Carlos Hugo de Bourbon-Parma, Duque de Parma e Piacenza, Chefe da Casa Ducal de Bourbon-Parma.

S.A.R., o Duque Carlos Hugo Xisto Roberto Luís Maria Jorge João Miguel Bento nasceu em Paris, a 8 de abril de 1930, era filho de S.S.A.A.R.R., o Duque Xavier e a Duquesa Magdalena de Bourbon-Parma, nascida Bourbon-Busset.

A juventude do Duque Carlos Hugo coincidiu com os últimos anos da III República Francesa e com a II Grande Guerra Mundial. Ao final dos turbulentos anos, o Duque partiu para o Canadá, onde fez seus estudos de Direito, completando-os, mais tarde, na Universidade de Sorbonne, graduando-se também, em Oxford, em Ciências Econômicas.

Em 1952, o Duque Xavier, pai do Duque Carlos Hugo, reivindicou publicamente o Trono espanhol. Em 1957, o Duque Carlos Hugo iniciou seus primeiros contatos com a juventude espanhola, representados pelo Grupo de Estudantes Tradicionais e o Movimento Trabalhador Tradicionalista. Neste mesmo ano, seu pai proclamou-o Príncipe da Astúrias e Duque de San Jaime, em 1964, assumiu o título de Duque de Madrid, consolidando-se o partido Carlista.


Em 1964, o Duque casou-se com a Princesa Irene dos Países Baixos, tendo, deste matrimônio, os filhos: Carlos Xavier (1970), Margarida e Jaime (gêmeos 1972) e Maria Carolina (1974).

Em 1977, o Duque Xavier faleceu deixando seu filho como Herdeiro. Em 1979, o Duque Carlos Hugo disputou as eleições espanholas, acumulando pouco mais de 19 mil votos, número insuficiente para eleger-se. A derrota fez com que rumasse com a Família para os EUA, onde lecionou em Harvard. Em 1999 retornou a Europa, passando a residir na Bélgica, e logo, na Catalunha, participando freqüentemente de atos culturais e representativos. Em 2 de agosto de 2010, o Duque fez divulgar nota relatando que estava fragilizado pelo câncer que lhe abatia desde 2008, sendo este o motivo de seu falecimento no último dia 18.


S.A.R., o Duque Carlos Hugo era primo de Dona Christine, nascida Princesa de Ligne, casada com o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança, pois sua mãe, a Princesa Alix de Ligne, nasceu Princesa do Luxemburgo, Nassau e Parma, sendo prima-irmã do Duque Carlos Hugo. A Princesa Alix é filha da falecida Grã-Duquesa do Luxemburgo, Carlota, e do Príncipe Felix de Bourbon-Parma, este, irmão do Duque Xavier, pai do Duque Carlos Hugo. 

O falecido Duque era Cavaleiro de Honra e Devoção da Soberana e Militar Ordem de Malta, Grão-Cruz da Ordem da Casa de Orange, Grão-Mestre da Ordem Constantiniana de São Jorge, Grão-Mestre da Ordem de São Luiz para o Mérito Civil, Grão-Mestre da Ordem de São George de Mérito Militar e Grão-Mestre da Ordem do Proscrita.


O funeral ocorre em parte em Barcelona, Holanda, no Palácio Noordeinde, em Piacenza e finalmente em Parma, onde será sepultado na cripta Familiar do Santuário de Santa Maria de la Steccata.


Descanse em Paz.


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A todos os interessados em manifestar os sentimentos de pesar a Família Ducal de Bourbon-Parma, basta enviar mensagem ao endereço eletrônico: carloshugo1833@yahoo.com.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Livro "O que é Monarquia?"

Livro "O que é Monarquia?"



Reedição e atualização das compilações sobre estudos monárquicos do Prof. Rogério da Silva Tjader, o livro “O que é Monarquia?”, é leitura obrigatória não só a todos os monarquistas, mas também a quem deseja entender da boa política, da organização do Estado moderno e da Monarquia como forma de governo.

O livro “O que é Monarquia?” foi publicado originalmente em 1991 com vistas ao esclarecimento da população em relação a forma monárquica de governo para o plebiscito de 1993. Esta reedição é prefaciada por S.A.I.R. Dom Luiz de Orleans e Bragança, que em breves palavras reafirma a necessidade desta composição e faz alusão a trajetória de militância monárquica do autor.  

O Prof. Rogério da Silva Tjader é conhecido monarquista, destacado estudioso da política e da História do Brasil, além de ser grande amigo da Família Imperial.

Para adquirir o livro, por um preço médio de R$ 16,00, basta entrar em contato com a editora Companhia do Livro - Rua Visconde de Ipiabas 23 / Valença RJ/ CEP 17600-000. Esta é uma edição limitada.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

UM ANO

Há 1 ano colocávamos a primeira postagem do blog disponível na internet. A mensagem falava a respeito dos motivos que me levaram a criar e editar este blog, falava também da fidelidade a S.A.I.R. Dom Luiz e a nossa Família Imperial.

Pois bem, passado 1 ano, quero reafirmar este desejo, que em verdade já se tornou um compromisso. Quero reafirmar meu compromisso, pois sabemos quantos ainda desconhecem nosso propósito, nossas idéias e nossas convicções. Quero reafirmar este compromisso por acreditar que a Monarquia continua sendo a solução para o Brasil. A reafirmação deste compromisso se dá também pela crença nas capacidades de nossos dinastas.

Este período, que compreende agosto de 2009 a agosto de 2010, foi de diversas realizações no meio Monárquico Brasileiro. Em uma retrospectiva rápida, posso me lembrar de alguns acontecimentos importantes que resultaram em postagens no blog: em agosto de 2009, tivemos a visita de Dom Bertrand a Vila Velha, no Espírito Santo, um sucesso total, onde o Príncipe foi entrevistado pela afiliada da Rede Globo e esteve em encontro com as autoridades locais e também em conferência no Centro de Relações Internacionais daquela cidade. Depois, em setembro daquele ano, a Imperatriz Dona Teresa Cristina foi homenageada pela Sociedade Italiana do Rio, ainda em setembro, dois eventos marcaram o Movimento Monárquico: no dia 12, o XX Encontro Monárquico do Rio de Janeiro e no dia 13, o Centenário de Nascimento do Condestável das Saudades e da Esperança, S.A.I.R. Dom Pedro Henrique, celebrado com missa na Antiga Sé Catedral, ainda comemorávamos o aniversário de 95 anos de nossa Princesa Mãe, Dona Maria, e o natalício do Chefe da Casa Imperial, Dom Luiz. Foi, sem dúvida, memorável. Em outubro tivemos o casamento da Princesa Dona Isabel com o Conde Alexander de Stolberg-Stolberg. Um enlace belíssimo que teve lugar no Rio de Janeiro, precisamente na Imperial Igreja de Nossa Senhora da Gloria do Outeiro, numa cerimônia que trouxe ao Brasil membros da realeza e da nobreza européia. Para a cerimônia, o Rio de Janeiro recebeu o Duque de Vendôme, os Duques de Bragança, Príncipes da Baviera, das Duas-Sícilias, membros da nobreza da Bélgica, da Alemanha, de Portugal e da Itália. Naquele 16 de outubro, o Rio voltava a ser Imperial. A festa deu-se no Paço Imperial, onde a trisavó da noiva assinou a Lei Áurea em 1888. Mas, seguindo o retrospecto, ainda em outubro, Dom Bertrand foi a Itu, em convite dos meninos e meninas da Ação Jovem Pela Terra de Santa Cruz, lá, palestrou no Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio. Em novembro de 2009, tivemos os 120 anos da república. Esta data simbólica não foi lembrada nem mesmo pelos republicanos, mas os monarquistas do Rio fizeram uma conferência na Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro para avaliar a data. O blog divulgou, ao longo daquelas semanas, excertos de grandes escritores que criticam a república. Em novembro houve também o nascimento do Príncipe Gastão de Orleans, filho do Duque e da Duquesa de Vendôme e o falecimento da esposa de Dom Pedro Carlos de Orleans e Bragança. Em dezembro tivemos os 120 anos do falecimento da Imperatriz Dona Teresa Cristina, primeira vítima fatídica da república. Em janeiro de 2010 tivemos o centenário da morte de Joaquim Nabuco. Em fevereiro Dom Bertrand, nosso Príncipe Imperial, esteve nos Estados Unidos. Março foi um mês de reflexão, período em que se relembrou Dom Luiz de Bragança, quando postávamos conteúdos sobre os 90 anos de sua morte, ocasião em que o Círculo Monárquico do Rio de Janeiro mandou celebrar missa em sua homenagem, sendo prestigiada por Dona Isabel, neta do Príncipe Perfeito. Ainda em março, ficamos sabendo que o governo federal, cedendo aos pedidos do governo do Paraguai, estava a ponto de entregar àquele país, o Canhão El Cristiano, símbolo da vitória Brasileira na guerra contra o ditador Solano López, no século XIX.  Em abril, o Museu Imperial de Petrópolis, que guarda a memória da Monarquia no Brasil, completou 70 anos. No mês de maio ocorrem no Leme, no Rio de Janeiro, várias homenagens junto ao busto da Princesa Dona Isabel, a Redentora. Tivemos também a divulgação do programa do XXI Encontro Monárquico do Rio de Janeiro e o convite para o natalício do Chefe da Casa Imperial do Brasil, S.A.I.R. Dom Luiz. Ainda em maio S.S., o Papa Bento XVI esteve em Portugal e por esta ocasião, tivemos a alegria de ver a Princesa Dona Teresa, última neta viva da Redentora, em lugar de honra na missa celebrada por S.S. no Terreiro do Paço, em Lisboa. O mês de junho foi para relembrar o saudoso Príncipe Dom Pedro Luiz, que faleceu prematuramente em um acidente de avião em 2009, quando retornava a Europa. Dom Antonio mandou celebrar no secular Mosteiro de São Bento, missa pela alma do filho. Junho também foi um momento de celebração da Causa Monárquica, com a ocorrência do XXI Encontro Monárquico. Ainda no mesmo mês, divulgou-se a notícia de que a Imperatriz Dona Amélia estava sendo homenageada em uma exposição em Munique. Também em junho, Dom Antonio passou a fazer parte da Ordem de Malta. Com todas estas postagens, trouxemos textos históricos, publicações de Institutos Culturais e Sociais que nunca haviam sido dispostas na internet, trouxemos ainda artigos de renomados monarquistas e imagens de acervos públicos e privados.           

Se as postagens foram abrangentes e os conteúdos foram de elevado nível, é porque as contribuições foram generosas e de grande qualidade. Agradeço mais uma vez ao Prof. Fernando Mascarenhas Silva de Assis (Correio Imperial), ao Prof. Bruno de Cerqueira (Instituto Cultural Dona Isabel I), a senhora Margareth Specialski (Associação Causa Imperial), ao senhor Claudomir (Jornal Tribuna da Praia, de Sergipe), que com suas concessões ajudaram a fazer o blog. E quando falo em concessões, falo nas parcerias com os amigos Mauro Demarchi (blog Monarquia em Ação), Sara Rozante (blog Viscondessa de Jaú), Maria Menezes (blog Família Real Portuguesa), Marcelo Roberto Ferreira (blog Diretório Monárquico do Brasil), Bruno Brasmon (blog A Real Democracia), essas concessões e parcerias mostram, sobretudo, nossa união pela mesma Causa: a Causa Monárquica. Nunca me esquecendo de agradecer o incansável incentivo de minha Família (minha mãe Zeli, meu pai Jaime e minha irmã Victória) e também dos amigos, especialmente de um, que desde o início é correspondente do blog, crítico construtivo, consultor para os assuntos monárquicos e meu grande amigo pessoal, a quem devoto todo respeito e a quem todos admiram. É por este quadro, que se estabeleceu tão naturalmente, que digo a todos: o blog não é apenas meu, mas sim de todos nós que durante este 1 ano, nos fizemos divulgadores de nossa Monarquia e hoje somos uma equipe.

E por falar em equipe, força de vontade e trabalho conjunto, foi com base no blog Monarquia Já, que além de muitos contatos, recebi o de Paulo Rodrigues, do Estado de São Paulo. Monarquista entusiasta de Ariranha, o senhor Paulo, contando com suas ilustres amizades, ganhou um espaço quinzenal no jornal local Folha de Ariranha, quando então me propôs que trabalhássemos juntos neste projeto. Este espaço trata-se hoje de uma coluna na segunda página daquele jornal, onde então escrevemos, o Sr. Paulo e eu, sob o título: Monarquia: Por um Brasil Melhor!, afim de esclarecer as populações de Pindorama, Santa Adelaide e Ariranha sobre nossas idéias e propostas. Levar até aquelas pessoas a nossa Causa. Além da coluna, outros projetos de cunho monárquico continuam naquela região e em breve poderão ser divulgados.          

Neste 1 ano de trabalho no blog, procuramos trazer ao leitor monarquista e em especial aos não monarquistas (ou aqueles que desconhecem nossas convicções); textos, artigos e informações sobre nossa Família Imperial, na atualidade, mas também retomado as grandes e saudosas figuras de nossos Imperadores, trouxemos os manifestos do Príncipe Perfeito, Dom Luiz de Bragança, pequenas biografias de Dom Pedro I, Dom Pedro II, das Imperatrizes Dona Leopoldina, Dona Amélia, Dona Teresa Cristina e também de Dom Pedro Henrique e de Dona Maria da Baviera, tudo isso para deixar na memória a nossa Família, a Família de todo o Brasileiro. Há quem diga que isso é feito somente pela memória, mas eu rebato firmemente, sempre dizendo que creio sim que, com muito esforço, teremos êxito em nossa luta. O título da página já diz: Monarquia Já. Meus idealismos e crenças continuam.

Obrigado a todos os leitores, entre eles internautas de mais de 80 países do mundo (de todos os continentes, incluindo Oriente Médio e Ásia). Obrigado a todos os admiradores, seguidores, correspondentes, colaboradores. Obrigado, enfim, aos amigos e construtores do blog Monarquia Já. É com esta grande equipe que faremos os próximos anos.


Dionatan da Silveira Cunha.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

ATENÇÃO


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