sábado, 22 de dezembro de 2012

Cartão de Natal de S.A.I.R. Dom Luiz de Orleans e Bragança aos Brasileiros

Em seu tradicional cartão de natal, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, que traz uma homanagem ao Conde d'Eu em seus 90 anos de falecimento, deseja a todos um Santo Natal e um feliz Ano Novo. Confira as imagens:  


 
Nos juntamos ao Imperador de direito so Brasil, para desejar aos nossos leitores, amigos e colaboradores, os melhores votos de um Santo Natal e de um ano Ano Novo repleto bençãos, de fé, saúde e paz.
 
Com os desejos de que cada monarquista possa reproduzir este belo cartão e os agradecimentos aos membros do Pró Monarquia e ao Professor Luiz Augusto Franco.  

Dom Gregório Paixão, novo Bispo de Petrópolis


O novo Bispo de Petrópolis, Dom Gregório Paixão, na cerimônia do dia 16 de dezembro
 
A Diocese de Petrópolis já tem novo Bispo. Dom Gregório Paixão, monge Beneditino, foi empossado no dia 16 de dezembro de 2012, sucedendo Dom Fillipo Santoro. 

Nascido em 03 de novembro de 1964, Dom Gregório ingressou no Mosteiro de São Bento da Bahia em 1983, professando seus votos solenemente 6 anos depois. Em 1987 foi enviado ao Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro para estudar Filosofia e Teologia na Escola da Congregação Beneditina do Brasil, vinculada ao Pontificium Athenaeum Anselmianum, de Roma. Em 21 de março de 1993, foi ordenado Padre por Sua Eminência, o Senhor Dom Lucas Cardeal Moreira Neves.

Em sua biografia nota-se que “possui doutorado em Antropologia Cultural pela Universidade Aberta de Amsterdã (Holanda), da qual é professor convidado desde 1998. Foi Diretor do Colégio São Bento da Bahia; da Faculdade São Bento, assim como da Revista Análise e Síntese. Lecionou Língua Grega, Antropologia Cultural e Homilética.

Possui 14 livros publicados, além de diversos artigos escritos para revistas nacionais e estrangeiras. Em 29 de julho de 2006 foi eleito bispo de Fico, na Mauritânia, trabalhando como bispo Auxiliar da Arquidiocese de São Salvador da Bahia, sendo também Secretário Geral do Regional Nordeste 3, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, e membro titular do Conselho de Cultura do Estado da Bahia”. Atualmente, é também Bispo referencial para a Cultura, da CNBB.

Dom Gregório Paixão, OSB
A 10 de outro de 2012, Sua Santidade, o Papa Bento XVI, elegeu Dom Gregório Paixão como novo Bispo de Petrópolis, já que Dom Fillipo Santoro havia sido convocado pelo Santo Padre para ser Arcebispo Metropolita de Taranto. Assume Dom Gregório, esta responsabilidade, dada a ele pelo Sumo Pontífice em confiança ao seu trabalho de Pastor. A Diocese de Petrópolis possui hoje 4 decanatos e 37 paróquias. Esta sob a responsabilidade do novo Bispo, um dos templos mais significativos da História do Brasil, a Catedral de São Pedro de Alcântara, primeiro padroeiro do Brasil. A Catedral, erguida em estilo gótico, abriga a essência do Brasil, por servir também de Mausoléu para a Família Imperial, estando ali sepultados o Imperador Dom Pedro II e a Imperatriz Dona Teresa Cristina, bem como a Princesa Dona Isabel e o Príncipe Senhor Gaton d’Orléans, Conde d’Eu e os filhos deste, o Príncipe Dom Pedro de Alcântara e Dona Elisabeth, recebendo milhares de visitas durante todo ano.
 
O Blog Monarquia Já deseja ao novo Bispo de Petrópolis, o Reverendíssimo Senhor Dom Gregório Paixão, as bênçãos de Nossa Senhora do Amor Divino, sob a qual todos os Bispos de Petrópolis devotam sua missão, São Pedro de Alcântara, o padroeiro do Brasil e daquela diocese, da Mãe Santíssima, Nossa Senhora Aparecida e de São Bento. Que este magnifico templo de Deus e da História mantenha sua grandiosidade e que sua missão seja cumprida de acordo com os desejos de Cristo e com a força de seu povo.  

Abaixo transcrevemos a mensagem enviada por Dom Fillipo Santoro ao Bispo Dom Gregório:

Querido Dom Gregório, com o ardente desejo de participar da Liturgia do inicio do seu Ministério Episcopal e de transmitir-lhe o báculo pastoral, invoco o Espírito e a proteção de Nossa Senhora do Amor Divino sobre o seu ministério e sobre todos os fiéis.
Saúdo os arcebispos e bispos presentes, os padres, religiosos, religiosas; as autoridades civis e militares e todos os fiéis.

Motivos ligados ao meu ministério me impedem de estar presente, mas estou profundamente unido a todos neste dia de alegria pelo dom do quinto Pastor da Diocese de Petrópolis.
 

O Santo Padre, na sua escolha, enriqueceu a nossa Diocese de um novo zeloso Pastor que conduzirá o povo de Deu nos caminhos da Nova Evangelização com ardor e sabedoria, continuando o caminho que nós começamos nos anos do meu ministério pastoral. O objetivo do meu trabalho episcopal foi fortalecer a fé do nosso povo indicando um caminho que se desenvolvia nas etapas da santidade, da comunhão e da missão. Por isso contei com a colaboração sincera dos meus sacerdotes e aqui aproveito para agradecer a dedicação e a experiência do meu Vigário Geral Mons. Paulo Daher, até hoje sábio Administrador Diocesano. 

Todo o nosso Plano Pastoral de Conjunto desejava, com a graça do Espírito, tornar a fé critério da vida quotidiana e, presença de Cristo ressuscitado na sociedade. Esta foi a razão da minha constante ação na vida das Cidades, junto ao povo e às autoridades, particularmente durante a enchente de 2011. Espero que o trabalho da Frente Pro-Petrópolis continue e tenha êxito.  

Como também construtivo foi o diálogo com as instituições públicas. Recomendo ao meu sucessor uma especial atenção para com a nossa Universidade Católica de Petrópolis pela qual muito me gastei no Brasil e no exterior, consciente que a Nova Evangelização se faz também por meio da cultura. O Seminário Nossa Senhora do Amor Divino foi o lugar preferido das minhas atenções, junto com os padres. Deste coração nasciam todo o trabalho da Missão Popular com as paroquias, os leigos, pastorais, movimentos e novas comunidades. Estão muito vivas na minha memória as Romarias à Aparecida do Norte e as Assembleias Diocesanas de Teresópolis como eventos do Espírito entre nós. 

A Igreja de Petrópolis è viva e bonita e, adequadamente estimulada, responde bem. Nós somos apenas servos e ministros de Jesus Bom Pastor: é Ele quem nos conduz com a força do Espírito. Tenho certeza que você venerável e querido Irmão no Episcopado, saberá conduzir esta Diocese com sabedoria, prudência e audácia para grandes metas.

Que o Senhor o abençoe e a proteção de Maria, Nossa Senhora do Amor Divino o acompanhe.

 

 

Com muita afeição
Dom Filippo Santoro
Arcebispo Metropolita de Taranto

  

A Homilia de Dom Gregório pode ser conferida em http://www.diocesepetropolis.org.br/pdf/homilia_dom_gregorio.pdf.

 

Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança visita Uberaba


Transcrevemos o artigo da colunista Ellen Gomes, publicado no dia 12 de dezembro de 2012, pelo Jornal de Uberaba, sobre a visita de Dom Bertrand àquela cidade para lançar seu livro, que, inclusive, já está na terceira edição. Confira: 
 
Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança visita Uberaba  
 
O casal José Humberto e Maria Inês Valim Henriques (com a linda filhinha Maria Clara)
 recebeu o príncipe Bertrand de Orleans e Bragança em sua bonita residência

 

A surpreendente visita do Príncipe Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança nesta segunda-feira, dia 10, em Uberaba, movimentou segmentos da cidade, especialmente culturais e religiosos. Dom Bertrand é trineto de Dom Pedro II e bisneto da Princesa Isabel, a Redentora. Herdeiro dinástico, sendo o segundo na sucessão da Casa Imperial Brasileira, hoje chefiada por seu irmão mais velho Dom Luiz, com o qual reside em São Paulo, capital. 

Livro 

Dom Bertrand é advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP. Coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, percorrendo o Brasil, fazendo conferências para produtores rurais e empresários, em defesa da propriedade privada e da livre iniciativa. Em Uberaba veio divulgar o seu livro: "Psicose Ambientalista - Os bastidores do ecoterrorismo para implantar uma "religião" ecológica igualitária e anticristã". Oportunidade em que concedeu várias entrevistas à imprensa local, manteve contatos, recebeu homenagens e fez algumas visitas, seguindo vigem para os estados de São Paulo e Paraná. 

Comitiva  

Acompanhado pelos membros da Comissão de Estudos Ambientais do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira, jornalista Nelson Ramos Barreto (Brasília) e o empresário Paulo Henrique Chaves (Belo Horizonte), juntamente com o engenheiro Fausto Jorge Borsato, da Editora Petrus (São Paulo), Dom Bertrand foi ciceroneado em Uberaba pelo professor e maestro Fabricio Rodrigues Pereira e com muita honra por esta colunista.  

Agenda 

Pela manhã o príncipe Dom Bertrand concedeu entrevista ao Canal do Boi, através do apresentador Luiz Crozara, com perfeito estúdio instalado no Parque da ABCZ, em programa ao vivo "Zebu para o mundo", com ampla abrangência nacional e em mais 14 paises da América Latina. Posteriormente, concedeu entrevista ao vivo no MG 1 da TV Integração, com ampla abrangência local e regional. Almoçou no Cuppin Grill com o presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, escritor José Humberto Henriques, e com o ex-presidente da instituição, historiador e escritor Guido Bilharinho. No almoço, Dom Bertrand contou com a presença da maestrina Olga Maria Frange de Oliveira e seu marido Milton Oliveira, recebendo os cumprimentos do Presidente da Câmara Municipal de Uberaba, Luiz Dutra, que fez questão de saudá-lo. Na sequência, retornou a sua agenda de entrevistas aos jornais e rádios de Uberaba.  

Quitanda´s Vovó Tuta 

Dom Bertrand lanchou no mezanino da famosa Quitandas Vovó Tuta, na companhia da futura primeira dama de Uberaba, Heloisa Nogueira, esposa do deputado federal Paulo Piau, que foi o relator do Código Florestal. O Príncipe autografou o livro de sua autoria à Paulo Piau e aos integrantes daquele momento, na companhia desta colunista, da maestrina Olga Frange Oliveira e seu marido Milton Oliveira. Amável com todos, Dom Bertrand gosta de pamonha e no Cuppin Grill pediu de sobremesa goiabada cascão com queijo de Minas...  

Religiosidade 

Desde muito jovem Dom Bertrand recebeu esmerada formação católica, sendo orientado por seu Pai para o gosto pelo estudo doutrinário e a análise dos acontecimentos nacionais e internacionais. Em Uberaba, esteve no Carmelo, onde se comungou com o PE. Ricardo Fidelis e manteve contato com a Madre Maria Aparecida da Divina Misericórdia. 

Na Catedral Metropolitana de Uberaba recebeu a clarinada através dos trompetes do Subtenente William (maestro da Orquestra Tiradentes) e de Leonardo Carvalho (saxofonista e trompetista da Orquestra Tiradentes) fez o segundo trompete para a entrada do Príncipe Imperial. Orou na Capela do Santíssimo... 

Homenagens 

Também na Catedral, Dom Bertrand foi homenageado pelo canto do contra-tenor Wiliam Douglas - novo talento de Uberaba com sua rara voz - e pelo talentoso Pedro Henrique Kapellmeister, mestre de capela, organista titular da Catedral de Uberaba, que apresentou ao príncipe Bertrand o órgão de tubos, o maior do estado de Minas Gerais com 2.000 tubos, restaurado pela família Rigatto e filhos de São Paulo, através da iniciativa de Monsenhor Paulo Porta, pároco e referência maior da nossa Catedral, em viagem, na oportunidade. A noite, na Igreja de São Domingos foi homenageado com a belíssima apresentação do Coral Artístico Uberabense sob a regência da maestrina Olga Maria Frange de Oliveira e 20 vozes. 

Livros e presença  

Na residência do presidente da Academia de Letras do Triângulo Mineiro, José Humberto Henriques e esposa Maria Inês Valim Henriques, Dom Bertrand conheceu a filhinha do casal Maria Clara e a biblioteca do escritor, agradecendo a hospitalidade mineira e aos livros presenteados por Henriques.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Marquês do Paranaguá: exemplo de homem público


No mês de novembro o Congresso Nacional realizou sessão em homenagem ao Marquês do Paranaguá, João Lustosa da Cunha Paranaguá, confira notícia do portal do Senado Federal:  

'Marquês de Paranaguá foi um dos maiores políticos
que o Piauí produziu', diz diplomata
 
 

Durante a sessão do Congresso Nacional de homenagem ao Marquês de Paranaguá, o sobrinho-trineto do homenageado, diplomata Marcos Henrique Paranaguá, falou sobre a vida e biografia do político e o classificou como uma das maiores biografias públicas que o Piauí já produziu. 

Marcos Henrique destacou três pontos da vida de João Lustosa da Cunha Paranaguá, o Marquês de Paranaguá, a seu ver importantes de serem conhecidos pelas novas gerações. Segundo o diplomata, um dos legados mais importantes do Marquês de Paranaguá foi o seu altíssimo sentimento de "compostura e correção", os quais permitiram que, mesmo tendo relação muito próxima com o imperador D. Pedro II, jamais se utilizasse de seu prestígio para obter qualquer promoção pessoal ou benefício próprio. 

- Tanto isso é verdade que, o Marquês de Paranaguá somente recebeu o título de Visconde em 1882, já bem depois de ter sido deputado, senador vitalício e ministro de várias pastas. Tendo, inclusive, chefiado o Ministério da Guerra, durante o duro período da Guerra do Paraguai - afirmou.
 
Marcos Henrique citou ainda como qualidades marcantes do Marquês de Paranaguá a “sua defesa do pragmatismo político, sem prejuízo da honra” e o seu profundo interesse  pelos problemas do Piauí. 

Quanto ao compromisso com o Piauí, Marcos Henrique lembrou que foi somente por ação do político, que  patrocinou um projeto de troca de uma região interior do Piauí com uma área litorânea do Ceará, que foi possível ao Piauí contar com uma saída para o mar. 

- Portanto, nós piauienses, que vamos veranear em Parnaíba, devemos nos lembrar e agradecer ao Marquês de Paranaguá por ter patrocinado essa permuta que nos deu o litoral - declarou.

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Nota do Blog Monarquia Já:  

 
O Marquês de Paranaguá, João Lustosa da Cunha Paranaguá, foi um grande nobre, magistrado e político brasileiro. Nascido em 21 de agosto de 1821 em Nossa Senhora do Livramento do Paranaguá, João Lustosa da Cunha Paranaguá era filho do Coronel João da Cunha Lustosa e Dona Ignácia Antonia dos Reis Lustosa, sendo, portanto, irmão do Barão de Paraim, José da Cunha Lustosa, e do Barão de Santa Filomena, José Lustosa da Cunha. 

Em 1847, casou-se com Maria Amanda Pinheiro de Vasconcelos, filha do Visconde de Monserrate, com quem teve os seguintes filhos: Maria Amanda Lustosa Paranaguá (Baronesa de Loreto), casada com Franklin Américo de Meneses Dória, Barão de Loreto. Faleceu em 15 de agosto de 1931 no Rio de Janeiro;  José Lustosa da Cunha Paranaguá (Conde de Paranaguá), casou-se com Matilde Simonard. Abolicionista, foi presidente das províncias do Amazonas e Santa Catarina, faleceu em 6 de janeiro de 1945;  Joaquim Pinheiro Paranaguá, casou-se com Isabel Whitacker de Oliveira Silva;  Maria Argemira de Paranaguá casou-se com Dr. Serafim Moniz Barreto;  Maria Francisca de Paranaguá (Marquesa de Barral-Montferrat), casou-se com Horace-Dominique Barral, filho de Luísa Margarida Portugal de Barros, Condessa de Barral, preceptora das Princesas Imperiais e amiga da Família Imperial do Brasil;  Ricardo Lustosa da Cunha Paranaguá, médico, nascido em 1864 e falecido em 1897, foi casado com Eulina de Abreu Vidal, nascida em 1874 e falecida em 1962. 

João Lustosa da Cunha Paranaguá, foi o segundo Visconde (com grandeza, em 1882) e o segundo Marquês de Paranaguá. Grande do Império, veador de Sua Majestade a Imperatriz, Comendador da Ordem de São Gregório Magno. Era amigo do Imperador Dom Pedro II. Falecido em 9 de fevereiro de 1912, no Rio de Janeiro, seu nome é lembrado com grande satisfação pelos conhecedores da História do Brasil, pois deixou um legado de comprometimento com o bem público e a população, bem como grandes exemplos de homem político do Império. Sua filha, Maria Amanda Lustosa Paranaguá, Baronesa de Loreto por casamento, conhecida na intimidade familiar como Amandinha, foi grande amiga da Princesa Dona Isabel, acompanhando-a pela vida toda, assim como a Baronesa de Muritiba.  Marcus Henrique Paranaguá, diplomata brasileiro, orador nesta memorável sessão do Congresso Nacional, é, como diz a matéria da Casa representativa, sobrinho-trineto do Marquês do Paranaguá, tendo sido também membro da Juventude Monarquista e é atualmente grande amigo da Família Imperial do Brasil. Os laços que mantinham os Paranaguá ligados com a Família Imperial nos áureos tempos monárquicos do Brasil, continuam sendo mantidos até os dias atuais.

Requinte e caridade


Em mais uma parceria de absoluto sucesso, Francesca Romana Diana e a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança foram a Santa Catarina para inaugurar duas novas lojas da grife e lançar o bracelete que retrata a ponte Hercílio Luiz, o mais famoso cartão postal da cidade de Florianópolis. Na ocasião, a Princesa Dona Maria Gabriela autografará as joias que receberam suas belas pinturas. Parte do valor arrecadado será doado à Associação das Pessoas Portadoras de Câncer. 
 
Francesca Romana Diana e a Princesa Dona Maria Gabriela de Orleans e Bragança
 
 Francesa Romana Diana, nobre italiana residente no Brasil, amiga da Família Imperial, é designer de joias e empresária de sucesso. Possui mais de 20 lojas em todo o Brasil e um corner no El Corte Inglês, na Espanha. Além da parceria com Dona Maria Gabriela, Francesca também tem trabalhos com Dom João Henrique de Orleans e Bragança, que fotografou para ilustrar os braceletes da grife.  

A Princesa Dona Maria Gabriela é, junto com sua irmã gêmea – a Princesa Dona Maria Teresa, a filha mais nova do falecido Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança. É renomada pintora de aquarelas, expondo seu trabalho no Brasil e na Europa. Dona Maria Gabriela, assim como seu irmão, o Príncipe Dom Antonio e alguns sobrinhos, herdou o notável talento do pai, Dom Pedro Henrique, e da mãe, a Princesa Dona Maria da Baviera.   
 
As obras de arte
 
A nova loja de Francesca Romana Diana será inaugurada no Floripa Shopping, dia 29 de novembro, às 19h. Em Blumenau a inauguração ocorreu em 28 de novembro no Shopping Park Europeu.

sábado, 17 de novembro de 2012

S.A.I.R. Dom Luiz e S.A.I.R. Dom Bertrand: Cavaleiros da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém

 
Depois de uma semana de vários eventos ocorridos pelo lançamento de seu livro, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e, seu irmão, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz, estarão na Bahia no dia 17 de novembro de 2012, onde no Mosteiro de São Bento, serão investidos como cavaleiros da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém.  

A cerimônia, realizada no âmbito da Delegação Magistral São Salvador, Bahia, Sé Primaz do Brasil, contará com a presença do Governador Geral da Ordem, Conde Agostino Borromeo, e do Membro do Grande Magistério, Dom João de Mendia, Conde de Rezende, e se dará durante Missa com início às 17h30, seguida de cocktail e jantar nas dependências do próprio Mosteiro. 

A Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém tem sua origem na Ordem dos Cônegos da Santo Sepulcro, constituída por Godofredo de Bouillon na época da primeira Cruzada, e é uma instituição leiga da Santa Sé encarregada de suprir as necessidades do Patriarcado Latino de Jerusalém e de sustentar as iniciativas em favor da presença cristã na Terra Santa. É dirigida por um Cardeal Grão-Mestre e conta com cerca de vinte mil membros ativos, distribuídos em cinqüenta e duas Lugares-Tenências, das quais cinco se encontram na América do Sul.
 
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Com os agradecimentos ao Instituto Pró Monarquia.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

15 DE NOVEMBRO: nem os republicanos comemoram

No dia em que o Brasil amarga a sua pior data, propomos a reflexão sobre os regimes de governo: monarquia e república. No quadro abaixo é possível ver os ganhos financeiros de uma da forma monárquica em detrimento da republicana.  
 

Notadamente, além das monarquias possuírem os menores gastos, possuem também o melhor resultado com relação ao Índice de Desenvolvimento Humano – IDH, melhor expectativa  e qualidade de vida.  

A formação do futuro Chefe de Estado, o parlamentarismo e a alta performance do regime monárquico, fazem com que a monarquia seja a melhor opção. 

O sistema republicano é marcado por ser, ao contrário de sua significação nominal, um regime de poucos, onde a população não tem vez e voz e onde a democracia não é respeitada. Sua instabilidade permanente, aliada a característica corrupção, são provas da falência deste regime. 

Como refere Sua Alteza Imperial e Real, o Príncipe Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil: “Não há uma única pessoa em sã consciência que diga que a república deu certo no Brasil”.    

A república todos sabem como funciona. Mas e a monarquia, você conhece? Leia abaixo o programa de Perguntas e Respostas sobre a Monarquia que o Blog Monarquia Já elaborou para os leitores. Se o programa não contempla a sua dúvida, envie-a através de e-mail ou comentário para que seja solucionada.  

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE A MONARQUIA

1) O que é Monarquia?  

Resposta: A Monarquia é a mais antiga organização política da história da humanidade. Já passou pelas formas teocráticas e absolutistas e, na atualidade, tem-se a forma constitucional e parlamentar. A Monarquia que se defende para o Brasil é a Monarquia embasada no Parlamento e na Constituição, onde o Monarca representa o Estado (a Soberania nacional, nacionalidade e identidade pátrias, tradições, o povo) e o Primeiro Ministro representa o governo (as causas transitórias, o partido político).

Em recente publicação do livro “O que é Monarquia?”, do professor Rogério da Silva Tjader, nas páginas 17, 18 e 19, defini-se a Monarquia desta forma: “Originariamente, Monarquia significa governo de um só, podendo o seu titular receber a indicação através de seus pares (monarquia eletiva) ou recebê-la por herança (monarquia hereditária). 

O título pertinente o representante da Monarquia varia de acordo com o Estado; encontra-se o titulo de Imperador, Rei, Príncipe ou Grão-Duque. Todos são Monarcas. 

Em épocas mais remotas, o Monarca era eleito e assistido por um Conselho Tribal.

Após esta fase ocorreram evoluções e o Monarca tornou-se hereditário e absoluto. Posteriormente, seu poder foi coadjuvado em parte pela nobreza. 

Ansiado melhores condições, o povo apelou para o soberano, como último alento. Ele não se fez de rogado, atendendo aos reclamos da nação. 

Nos tempos modernos, a Monarquia adaptou-se aos anseios nacionais, constituindo-se numa forma de governo que obedece os ditames de uma Constituição elaborada pelos representantes do povo. 

O Monarca abdicou do exercício da Chefia de Governo, que cabe a um representante indicado pelo parlamento, mas guarda para si, como prerrogativa de instância superior, a Chefia do Estado, assessorando por um Conselho de Estado. 

A Monarquia Hereditária cobra de seu Chefe de Estado um esforço e um sacrifício totalmente desconhecido de um Chefe de Estado eleito. ‘O Trono é pílula dourada que oculta as mais penosas fadigas’, já afirmava Juan Vela. 

Enquanto isso, o detentor da Chefia de Estado, eleito, recebe a faixa como um troféu, pelas lutas e conchavos políticos, muitas vezes fruto de fraudes e corrupções. 

A Monarquia Hereditária não é improvisação, mas o resultado de uma edificação secular, quiçá milenar, acumuladora de acertos comprovados, fruto de uma preparação meticulosa das medidas saneadoras dos problemas nacionais, já que sua execução não se encontra atrelada à premência do tempo, cobrada num mandato de Chefe eleito por prazo pré-determinado. 

Há milênios se reafirma a expressão ‘O Império é a paz’; isto porque a Monarquia significa, invariavelmente, a instauração da ordem e da construção. A História está aí para comprovar a afirmação. 

Os Chefes de Estado que alcançam o poder através de eleições partidárias, acabam encerrados num pequeno círculo oligárquico, completamente alheios da nação que os elegeu, mantendo-se voltados para os interesses da legenda que os guindou ao poder. O Monarca, pelo contrário por não se encontrar filiado a nenhum partido político, ou agremiação secretária, vê apenas os interesses maiores da nação, conclamando-se defensor do povo.

O Monarca hereditário não precisa subornar, corromper ou conchavar para a consecução de seu intento e, muito menos, preocupa-se, com a sua reeleição ou eleição de seu substituto. Realiza porque é permanente. 

Já os Chefes de Estado eleitos, são inquilinos transitórios que passam pela casa, usufruem dela se deixar impregnar por sua estrutura; sabem que terão que abandoná-la vencido o contrato. Assim, não promovem melhorias, apenas remendando os danos imediatos visando seu próprio interesse pessoal. 

A Monarquia, por ter seu Chefe de Estado permanente e hereditário, zela pela casa, porque sabe que vai permanecer nela para sempre, devendo deixá-la em ordem, por amor também a seu herdeiro, provavelmente seu filho. Que pai não luta para eleger o melhor a seu filho? 

O poder eletivo caracteriza-se por ser efêmero e descontínuo, pois não tem tradição e muito menos a certeza de permanência. Já o Monarca, preparado para exercer o seu mister de condutor desde o nascimento, tem como respaldo a experiência familiar, bem como a sua própria, sem a preocupação ambiciosa da disputa pela sua sucessão, direta ou indireta. Além disto, a administração do Monarca pauta-se na segurança e na independência, vez que ele não esta obrigado a dividas de gratidão ou compromissos pela vitória na sua própria eleição.  

A independência representa um grande passo para o êxito na administração pública, mas não é tudo. 

Em qualquer atividade, o êxito pleno deve estar ligado ao preparo intelectual ou técnico, além, é obvio, da experiência e continuidade. Assim, são exigidos cursos para os engenheiros, médicos, pilotos ou professores. Até as profissões para as quais não se exigem diplomas de nível superior, cobram de seus oficiais, cursos especiais, como motoristas, garçons ou torneiros mecânicos. Entretanto, o complexo ofício de Chefe de Estado exatamente aquele que detém o maior poder em mãos, não exige uma preparação prévia na república, podendo exercê-lo de improviso qualquer um que caia no gosto do eleitor. Pelo contrário, a Monarquia é a única forma de governo que prepara com habilidade e tradição, herdada legitimamente, aquele que conduzirá, com sabedoria e serenidade, os destinos do povo na continuidade da pátria, adaptando-se às contingências que a evolução dos tempos requer e segundo os reclamos nacionais.”    

2) A Monarquia é um sistema democrático?  

Resposta: Sim. A Monarquia Constitucional Parlamentar é o sistema de governo mais democrático do mundo. As leis são propostas e votadas nas duas câmaras populares, Câmara dos Deputados e Senado, sendo discutida pelo Conselho de Estado, e logo, passando pela chancela do Primeiro Ministro e o veto ou aprovação do Imperador.  

Desde o século XVII a Monarquia inglesa é a mais antiga democracia do mundo, servindo de exemplo a todas as outras formas democráticas de governo surgidas posteriormente, sejam elas monárquicas ou republicanas. Numa democrática Monarquia Constitucional Parlamentar, por exemplo, o Monarca pode ser deposto em caso de improbidade, em caso de demência ou qualquer outro caso que atente contra a integridade da Pátria. O Monarca pode também depor o Primeiro Ministro, convocando novas eleições, porem, para isso precisará apresentar as devidas justificativas. De acordo com as probabilidades e com base no que a História nos oferece, é muito mais comum o presidente de uma república fechar o Parlamento para novas eleições, e com este ensejo impor uma ditadura, do que o Monarca depor o Primeiro Ministro e convocar novas eleições. O caso do Brasil é exemplo: em 67 anos de Monarquia independente nunca houve casos de deposição do Monarca, fechamento de Casas Representativas. Durante o Reinado de Dom Pedro I o Brasil, mesmo na data de Independência e em fase de sua consolidação, gozou da paz política e do respeito do Imperador, o mesmo ocorreu no governo de Dom Pedro II, onde o Brasil teve um governo exemplar. Na Monarquia, o Brasil não teve nenhuma deposição por roubo, corrupção ou por irresponsabilidade ou mazela do Monarca. No Segundo Reinado nunca houve fechamento do Parlamento. Já em 120 anos de república, tivemos oito períodos ditatoriais, guerras civis, atentados contra o bem público, cerceamento da liberdade de imprensa. Esse período que marcou a maior parte da república no Brasil, ou seja, de 1930 até 1988, passando por uma pequena bonança de 1945 a 1964, foi o período onde se derramou mais sangue no Brasil, onde todas as liberdades foram violadas e onde a população, pela força, teve de ficar calada. 

Na república brasileira, mesmo em tempo de eleições, não há democracia. Não existe o governo do povo. Os partidos políticos deixam muito a desejar. Quando, a cada 4 anos, a população é chamada ditosamente para “eleger democraticamente os representantes populares”, na verdade estão submetendo os votantes, a um esquema de escolha obrigatória entre o ruim e o pior. Isto não é democracia, os votantes são chamados a escolher entre 4 ou 5 candidatos, que são predefinidos por grupos isolados, os partidos políticos, ao quais os eleitores tem que se submeter. De fato, não se pode escolher qualquer um para governar, como freqüentemente é dito. Tem-se que escolher um entre uma pequena minoria. Quando um candidato ganha as eleições, não é fruto da escolha de todos, pois 50% ou 60% de votos, não representam a vontade geral da população. Sob o aspecto lógico, estão excluídos das eleições os deficientes mentais, os incapazes, os menores de 16 anos e os analfabetos. Há também aquelas pessoas a quem o voto é facultativo e que, por motivos variados, não votam, como por exemplo, os jovens entre 16 e 18 anos e os idosos com mais de 70 anos. Conclui-se, portanto, que grande parte da população se exime ou é excluída do tal processo democrático republicano. Isso não é a verdadeira democracia. A república, obviamente, não é democrática. 

Atualmente todas as ditaduras e/ou regimes totalitários são repúblicas presidencialistas: 

Angola – república presidencialista.
Bielorrússia – república presidencialista.
                             China – República presidencialista;
                       Coreia do Norte – república presidencialista;
Cuba – república presidencialista;
Egito – república semi-presidencialista;
Gabão – república presidencialista;
Irã – república presidencialista;
Líbia – república presidencialista;
Sudão – república presidencialista;
Turcomenistão – república presidencialista;
Zimbabué – república presidencialista. 

3) Não é muito caro manter uma Família Imperial? 

Resposta: Não. A Família Imperial ou Real é muito menos dispendiosa do que a de um Presidente da República. Já foi divulgada neste blog a lista de gastos dos últimos três presidentes de república, fica evidente a falta de consideração com os gastos públicos. 

Na Noruega, após a separação da Suécia, em 1905, a Assembléia Constituinte escolheu a forma de governo monárquica justamente por ela ser mais eficiente, eficaz e barata do que a presidencial. Em números divulgados há alguns anos atrás, a Família Real Britânica custava anualmente US$1,80 per capita enquanto, na mesma listagem, o presidente brasileiro custava US$11,00 per capita.  

Sustentar uma Família Imperial ou Real é muito mais barato do que sustentar um Presidente e sua Família. Na monarquia sustenta-se apenas a Família do Monarca, em certos casos apenas o Monarca e o Herdeiro. Na república brasileira, por exemplo, sustenta-se o presidente, sua família e assessores, sustentam-se também todos os ex-presidentes (pelas aposentadorias “concedidas” ao fim de seus mandatos, inclusive também aqueles que por algum motivo, na falta do presidente eleito, ocuparam a presidência da república, ou seja, o vice-presidente, os presidentes do Senado e Câmara federal ou o ministro do Supremo Tribunal Federal que tenham ocupado, mesmo que por apenas um dia a presidência), sustentam-se também as viúvas de ex-presidentes.  

O site Matutando traz pesquisa atribuída ao IBGE, que compara os gastos presidências brasileiros com os gastos presidenciais norte-americanos, fazendo relação com os gastos das principais Monarquias do mundo: 

Custos operacionais anuais (custo de manutenção da Chefia de Estado) 

Inglaterra (monarquia)______US$ 1,87/capita = US$ 104,0 milhões
Dinamarca (monarquia)_____US$ 1,86/capita = US$ 9,5 milhões
Bélgica (monarquia)________US$ 1,10/capita = US$10,8 milhões
Noruega (monarquia)_______US$ 0,83/capita = US$ 3,6 milhões
Japão (monarquia)_________US$ 0,42/capita = US$ 52,0 milhões
Espanha (monarquia)_______US$ 0,20/capita = US$ 8,1 milhões
EUA (república)___________US$ 4,6/capita = US$ 1.100,0 milhões
       Brasil (republica)__________US$ 12,0/capita = US$ 1.700,0 milhões 

Como pode ser visto claramente, os gastos com a manutenção do presidente da república, ultrapassam os gastos da Monarquia. Enquanto a Inglaterra, maior potência Monárquica do mundo, gasta US$ 1,87/capita = US$ 104,0 milhões com a Rainha Elisabeth II, o Brasil gasta com Lula da Silva US$ 12,0/capita = US$ 1.700,0 milhões.  

É de se divulgar também os gastos do gabinete presidencial: 

Em 1995 com FHC = R$ 38,4 milhões
Em 2003 com Lula = R$ 318,6 milhões
Em 2004 com Lula = R$ 372,8 milhões (R$ 1,5 milhões por dia útil de trabalho).

É importante também saber o número de funcionários no Palácio do Planalto, ou seja, número de funcionários que estão a serviço diretamente do presidente da república:  

Com Itamar Franco = 1,8 mil pessoas
Com FHC = 1,1 mil pessoas
Com Lula = 3,3 mil pessoas 

No palácio da Alvorada, residência oficial do presidente, existem 75 empregados e em 2009, Lula da Silva assinou o decreto de nº.: 5.087 aumentando de 27 para 55 seus assessores especiais diretos.   

4) A Monarquia favorece algum grupo isolado como as elites ou os grandes empresários?

Resposta: Não. Pelo contrário. A Monarquia não favorece nenhum grupo isolado. No Império ocorria justamente o contrário, quando o Imperador por diversas vezes contrariava os anseios das classes financeiramente privilegiadas. A partir de 1889, isso passou a mudar, quando a república velha passou a ser coordenada pelas oligarquias, onde então se elegiam ricos políticos de Minas Gerais e de São Paulo, formando o ciclo do governo “café com leite”. As oligarquias se seguiram mesmo na época da ditadura. Os governos ditatoriais eram impostos pelos altos comandantes do exército, numa predileção política por um grupo isolado. No governo de Fernando Collor de Melo as elites, responsáveis por sua eleição, foram beneficiadas até a quebra imposta por ele próprio. Itamar Franco e Fernando Henrique Cardoso também governaram para as elites – banqueiros e empresários. Luis Inácio Lula da Silva governou para os sindicalistas, “mensaleiros”, governa também para os empresários que o ajudaram a eleger, assim como sua sucessora e seguidora, Dilma Roussef. Em comum, todos eles governam para um grupo isolado: os corruptos. Os presidentes, por natureza, favorecem os grupos isolados, aqueles que financiaram suas propagandas e comícios, favorecem aqueles que de alguma forma beneficiaram sua campanha política, esse é o esquema de troca de favores, de gratidão e fidelidade republicana.              

5) A Monarquia defende a volta da escravidão? 

Resposta: Não, de forma alguma. Foi a Monarquia, através de Dona Isabel, em 1888, que deu liberdade à raça negra. Essa bobagem foi dita no plebiscito de 1993, quando atores de televisão foram pagos para maldizer a Monarquia, sendo este um argumento insano e ridículo usado na época.  

6) Por que uma Monarquia Constitucional Parlamentar?  

Resposta: A forma Monárquica que os Monarquistas defendem para o Brasil é a Constitucional e Parlamentar. Como sistema democrático, a Monarquia deve reger-se pela Constituição e pelo Parlamento. Por isso Constitucional (da Constituição) e Parlamentar (de Parlamento).    

7) Qual será o esquema político do Brasil na Monarquia? Como serão a estrutura do Estado e as leis? Quais serão os novos direitos e deveres do cidadão? O Estado será hipertrofiado ou enxuto?    

Resposta: Quanto as perguntas estruturais, com relação a Restauração da  Monarquia no Brasil, o Parlamento deve se reunir, possivelmente em forma de Assembléia Constituinte, para modificar ou votar nova Constituição. A ratificação, retificação ou criação da Carta Magna descreverá as novas posições do Estado perante aos cidadãos, bem como nortearão os diretos e deveres destes em relação ao Estado. Por certo, os direitos fundamentais serão mantidos. Os interesses do povo serão, com certeza, defendidos, pois os Parlamentares, eleitos pelo povo e por isso representantes legítimos destes, proporão e votarão as novas leis, sendo depois o conjunto delas, ou seja, a Constituição, sancionada pelo Imperador, que por sua vez, é o defensor máximo do povo e representante inerente de toda a população.     

7) Como será escolhido o Monarca? 

Resposta: A escolha do Monarca dependerá da nova estruturação garantida pela Constituição monárquica adotada depois da reconversão política do país.  Diante mão, pode-se dizer que o Monarca deve derivar de uma Casa Imperial ou Real. Por exemplo, quando um país está em formação e opta pela Monarquia, escolhe-se seu representante - o Monarca, através da figura de um herói, de uma família que tenha feito grandes esforços pelo bem e pelo desenvolvimento pátrios. Assim ocorreu com o Brasil. Em 1822, o Imperador Dom Pedro I foi aclamado pela população como Imperador e Defensor Perpétuo da Nação, mas em 1889, o Imperador Dom Pedro II, filho do Imperador Dom Pedro I, foi deposto e a Família Imperial exilada, passando o Brasil a ser, autoritariamente e por decisão de poucos, uma república. Por isso, em caso de Restauração, defende-se o retorno da Dinastia Orleans e Bragança, que mantém as tradições e a História do Brasil em seu sangue, sendo hoje Chefiada por Dom Luiz de Orleans e Bragança, Herdeiro do Trono Imperial, descendente direto dos Imperadores do Brasil.    

8) Quais são as garantias que se tem de que o Monarca não irá fazer o que os políticos corruptos fazem?  

Resposta: Em toda a História do Império do Brasil não há notícias de casos de corrupção em torno dos Imperadores ou de membros da Família Imperial, nem mesmo da cúpula governativa que acompanhava os Monarcas Brasileiros. Numa Monarquia não há interesse do Imperador ou Rei em lesar a Pátria, pois seu cargo é vitalício, ou seja, ele governará a Pátria por toda sua vida e a deixará ao filho quando morrer. Quem roubaria de si próprio? Que pai roubaria o que será de seu filho?  

Uma das maiores garantias da idoneidade do Monarca é sua criação. A Família Reinante se ocupa integralmente da educação do Herdeiro, sendo preparado desde o nascimento para exercer a função que lhe é devida. A Monarquia é o exercício da confiança e do respeito do povo, sendo a Chefia de Governo e/ou Estado conferida a esta Família por plena confiança, ao que os Monarcas modernos interessam-se ao máximo em manter. Enfim, cometendo alguma irregularidade grave, o monarca pode ser afastado. 

9) E se o Monarca não estiver preparado para exercer o poder ou sofra de problemas psíquicos que empeçam a integridade da Pátria sob seu governo? 

Resposta: Em caso de problemas mentais ou morais que onerem o governo do Monarca, o Parlamento, todo ele eleito democraticamente, poderá depor o Monarca e aclamar o novo Imperador, com vistas a ordem sucessória e com respeito a Constituição vigente.  

10) O Monarca terá que se casar com igualdade de nascimento, ou seja, com Princesa de Casa Real, Imperial ou Principesca, ou poderá se casar com quem não detenha  tais prerrogativas?   

Resposta: Esta pergunta é estrutural e por isso depende da Constituição. Pode-se repetir os casos das Monarquias modernas ou manter o que a atual Família Imperial mantém desde sempre. Em algumas Monarquias modernas da Europa, por exemplo, os Herdeiros e Herdeiras podem fazer casamentos com pessoas que não pertençam a Famílias Reais, Imperais Principescas e nem mesmo nobres, pois a Constituição lhes assegura este direito, sem que percam as prerrogativas aos direitos sucessórios, estes exemplos podem ser vistos na Espanha, Holanda, Reino Unido, Suécia, Noruega, entre outros. Todavia, os casamentos com igualdade de nascimento são muito bem vistos. No caso do Brasil, nos tempos do Império, os casamentos da Família Imperial foram todos com igualdade de nascimento, rendendo ao país, alianças das mais prestigiosas.  Esta tradição foi mantida pela Família Imperial, mesmo no exílio e até mesmo depois dele, derivando, em 1908, a renúncia de Dom Pedro de Alcântara ao Trono do Brasil, para poder contrair casamento em desigualdade. O mesmo ocorreu com os filhos de Dom Pedro Henrique que renunciaram a seus direitos dinásticos para se casarem com mulheres que não pertenciam às linhagens reais, alguns conservam os títulos e predicados conservando-se solteiros, como no caso de Dona Isabel, Dom Bertrand e o atual Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luiz. Alguns dos filhos de Dom Pedro Henrique mantiveram os títulos e os direitos ao Trono por terem se casado em igualdade, como é o caso de Dom Antonio e Dona Eleonora, ambos tendo feito alianças matrimoniais com a Família dos Príncipes de Ligne: Príncipe Michel, 13º Príncipe Titular de Ligne e a Princesa Dona Christine respectivamente, nascidos na Bélgica e membros de uma das Casas Principescas mais respeitadas da Europa. A mãe de ambos é uma Princesa do Luxemburgo e de Bourbon de Parma. Portanto, a atual Família Imperial manteve a tradição dos casamentos com igualdade de nascimento, mas a nova Carta Magna poderá, em algum trecho, tratar de normativas que definam o casamento do Herdeiro ou Herdeira.  

11) Caso a Família Imperial seja numerosa, o sistema público terá que manter os irmãos, tios, primos do Monarca? 

Resposta: O número de agregados e dependentes do Monarca poderá ser definido também pela Constituição, sendo este um critério a ser avaliado pelos parlamentares. Nas Monarquias de hoje, apenas o Monarca e o Herdeiro são sustentados pelo sistema público, pelo aparelho do Estado. 

12) Se o sistema Monárquico for restaurado, existirá a nobreza? 

Resposta: Esta pergunta também é estrutural e dependerá da decisão do Parlamento. A maioria das Monarquias de hoje mantém esta tradição, tendo na classe nobre um exemplo a ser seguido por toda a população. Tem-se a imagem estereotipada por filmes e novelas de que os nobres vivem uma vida feita de futilidade, esbanjamento e que são patrocinados pelo Estado, no entanto, ao abrir o dicionário vê-se que a palavra nobre está ligada a generosidade, bondade, elevação, enfim, associada a notabilidade de pessoas celebres, seja por atos cometidos ou por bons serviços prestados a nação, destacando sempre na luta pelo bem-estar social. Um título de nobreza, enfim, não dá direito a nenhum privilégio, mas prevê muitos deveres 

13) A religião católica será a religião oficial do país? 

Resposta: Como pergunta que se refere a possível nova estrutura do país após a Restauração do regime Monárquico de governo, dependerá do apoio das maiorias representadas no Congresso Nacional, contudo, deduz-se que pelas conquistas havidas até o momento, em que tornaram o Brasil um Estado laico, isto é, sem religião oficial, sejam mantidas, o que não impedirá, de forma alguma, que os Imperadores manifestem sua religião própria, como ocorre hoje com o presidente do país.   

14) Como serão as eleições na Monarquia? 

Resposta: Esta pergunta também é referente a estrutura possivelmente adotada na Restauração da Monarquia. Nas Monarquias européias, por exemplo, as eleições correm como nos países republicanos, sendo o povo o responsável por eleger os representantes nas Câmaras legislativas para escolher o Primeiro Ministro, que é o Chefe de Governo.   

15) Seria possível que a Chefia de Governo fosse exercida por um Primeiro Ministro de outra tendência política? 

Resposta: Sim. A eleição de um liberal, comunista ou um socialista seria possível. A Monarquia não é de direita, nem de centro e nem de esquerda, não está ligada a partidos políticos e não preza siglas e convenções partidárias. O Monarca representa todos os Estados Brasileiros, é apartidário e sem preferências políticas, por isso terá facilidade em tratar com qualquer cidadão que seja indicado para o cargo de Primeiro Ministro, seja qual for sua tendência.  

12) Quantos países do mundo são Monarquias atualmente? 

Resposta: Os seguintes países do mundo são monarquias: Andorra, Antígua e Barbuda, Brunei, Arábia Saudita, Austrália, Bahamas, Bahrein, Barbados Bélgica, Belize, Butão, Camboja, Canadá, Dinamarca, Espanha, Emirados Árabes Unidos, Granada, Ilhas Salomão, Jamaica, Japão, Jordânia, Kuwait, Lesoto, Liechtenstein, Luxemburgo, Malásia, Marrocos, Mônaco, Noruega, Nova Zelândia, Países Baixos, Papua-Nova, Qatar, Reino Unido, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Suazilândia, Suécia, Tailândia, Tonga, Tuvalu e Vaticano.  

13) O Brasil não tem tradição monárquica. Por que insistir nesta forma de governo para o país? A Monarquia não é ultrapassada?  

Resposta: Pelo contrário, a tradição do Brasil é Monárquica. Todas as relevantes conquistas do Brasil foram adquiridas na época da Monarquia. Foram 389 anos de Monarquia, ou seja, desde o Descobrimento até a data do golpe de Estado da república. Nestes 389 anos, o Brasil passou de colônia a país soberano, com território delimitado, com instituições públicas fortes e respeitadas. Em 389 anos o Brasil passou a ser independente, referência mundial, com diplomacia com capacidade de intervenção em países europeus, estabilidade financeira e governo modelo. 

A república tem mais de 120 anos de existência no Brasil e quais foram seus feitos? Uma política heterodoxa, com sistemas que prezavam e ainda prezam as oligarquias, ditaduras que mataram inocentes, feriram a liberdade e massacraram o país. A república no Brasil tem uma história suja, construída a base de roubos, conspirações e enganações, seu surgimento foi vontade e capricho de meia dúzia de pessoas, não passando nem mesmo pela aprovação popular.      

A Monarquia mais uma vez é a opção para resolver os problemas gerados pela república. Obviamente que não há milagres, a Monarquia não trará de imediato a resposta para todos os problemas, mas, sanará os problemas de corrupção, roubos e desrespeito ao cidadão. Na Monarquia, o Imperador não estará envolvido em disputas partidárias, predileções por grupos de pessoas, enriquecimento ilícito, financiamento de guerrilheiros, traficantes ou terroristas. Na Monarquia haverá o respeito pelo bem público, a preparação por parte do Chefe de Estado, para exercer o poder. Somente a Monarquia, entre todos os sistemas de governo, tem a capacidade de reciclar-se e manter-se sempre atualizada.

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