sábado, 21 de abril de 2012

Tiradentes, um dos mais graves enganos da História

Por Otto de Alencar de Sá-Pereira*


Tiradentes: o herói inventado. A república o coloca com Jesus Cristo,
lhe dá um feriado e o admira com libertador

Tiradentes é um dos mais graves enganos da História, contada a partir da república. Há algumas décadas passadas celebrava-se o 21 de abril. Nada mais justo: descobrimento do Brasil: Agora não. O 21 de abril passou há um dia qualquer desapercebido de comemoração, fazendo o povo esquecer-se da data. E aí passou-se a celebrar o 22 de abril de abril: Tiradentes! Mas, por que Tiradentes? O Império tivera, em sua história, muitos ícones a comemorar. Além de D. Pedro I, de D. Pedro II, de D. Leopoldina, de D. Amélia, de D. Thereza Christina e da Princesa Isabel, o Império tivera Caxias, Osório, Tamandaré, Barroso, Porto Alegre, Zacarias de Góes e Vasconcellos, Paraná, Paulo Barbosa, Ouro Preto, Alencar, Castro Alves, Amoedo, Gonçalves Dias, Silveira Martins, Ferreira Viana, Carlos Gomes, Mena Barreto, Pirajá, etc. etc. etc.

A República precisava também de um ícone. Deodoro... nem pensar! Arrependera-se de ter proclamado a República e era amigo do Imperador. Floriano Peixoto? Credo em Cruz! Mandou passar a fio da espada, 400 guardas-marinha da Esquadra Imperial, na Revolta da Armada. Prudente de Morais? Não. Chacinou Antônio Conselheiro e todos de Canudos. Campos Salles? Rodrigues Alves? Affonso Penna? Não poderiam servir. Antes da República, eram Conselheiros do Império. Barão do Rio Branco? Como um ícone da República pode ser um Barão? Jamais. Santos Dumont? Era amigo íntimo da Família Imperial no exílio de Paris. Oswaldo Cruz? Foi um grande médico, sanitarista, do período republicano, mas discípulo de outro médico, o Barão de Motta Maia, que acompanhou a Família Imperial, no exílio.

Marechal Rondon? Talvez, mas tinha sangue e cara de índio! Washington Luís? Foi deposto por Getúlio, não serve também. Quem sabe, o próprio Getúlio? O homem dos trabalhadores. Mas... como, ícone de uma República que se diz liberal e democrática... um ditador? Amigo de Hitler, de Mussolini e de Plínio Salgado, que, por sinal, traiu? Juscelino? Fez Brasília! Mas acelerou a inflação e tinha cara de palhaço. Também não serve. Jânio Quadros? Era louco! Mas, então quem? Não há ninguém? Será possível? Villa-Lobos? Gênio da música, mas era um boêmio. Não serve. Foram escarafunchar, na História Colonial, anterior à vinda da Família Rela Portuguesa. Beckman? Não, tem nome alemão. O Sabino, da Sabinada da Bahia? Não serve, não tem perfil de ícone. Os mais antigos? Duarte Coelho, Tomé de Souza, Duarte da Costa, Mem de Sá?

Não podem! Foram nomeados pelo Rei de Portugal e eram seus súditos fiéis. Então, quem? Havia um alferes (sub-oficial) em Ouro Preto, que foi patriota de fato. Participou da conjuração Mineira de 1789 (conhecida como Inconfidência Mineira) que queria a independência de Minas Gerais, da Coroa Portuguesa, e era republicano, e foi o único que se declarou, de fato, revolucionário, enquanto os outros negaram, em Tribunal. Os outros eram importantes, Padres, Juízes, desembargadores, poetas famosos, Coronéis, outros oficiais, etc...etc... Mas todos, ou se mataram na prisão (como Alvarenga Peixoto) ou traíram seus ideais negando sua participação na Inconfidência. Tanto que a pena de morte foi reformada em exílio perpétuo para a África (que não foi perpétuo, pois 33 anos depois, D. Pedro I proclamava a independência (não só de Minas, mas do Brasil todo) e eles puderam voltar (alguns voltaram já no tempo de D. João VI). Nenhum deles, portanto, serve de ícone republicano, mas e o alferes? Não é muito insignificante? Ainda mais que nas horas vagas era barbeiro, e como, costume da época, também arrancava dentes: “Cabelo, barba e dentes”, por favor, e o fulano sentava-se, corajosamente, na cadeira do “Tiradentes”. É insignificante e acabou louco, antes de ser enforcado. (Se é que foi, há dúvidas; como era “masson”, o teriam salvo e trocado por outro, também condenado à morte. Suspeita-se). É um simples alferes, tirador de dentes. Não faz mal. Nós o inventamos. Com quem ele precisa parecer-se? Claro! Com Jesus! O mártir da pátria! Vamos por lhe barbas (os enforcados tinham cabelo e barba raspados, antes da execução). E criar sua História” Será o Ícone da República, já que não há nenhum outro. Foi um patriota republicano. Haverá dúvida? Mas por que não agiu como os demais, tirando o corpo fora? Terá sido mesmo como patriota? Ou como irresponsável, por causa da loucura?

A conjuração, antes de ser descoberta pelas autoridades da coroa-portuguesa, ia de vento em popa, embora com tão poucos partícipes, que podiam reunir-se na sala do poeta Tomaz Antônio Gonzaga (o Dirceu da Marília). Todos eram homens de estatura alta, ou da política ou intelectual, ou militar, etc. entre os de pequena estatura, contava-se Joaquim José da Silva Xavier, o alferes, tiradentes. Era jovem, robusto e patriota (pelo menos parecia ser), logo, a figura indicada para ir, de viagem ao Rio de Janeiro, a fim de encontrar aderentes à Inconfidência. Foi mandado, quase como um moleque de recados. Como não tivesse muita instrução, nem tino político, ou lábia publicitária, fracassou. Todas as portas que visitou no Rio de Janeiro, lhe foram fechadas, ou melhor ainda, lhe eram batidas na cara. Fora! Não queremos nada com você! Fruto da revolução lá dos franceses; fora! E foram tantos os foras, que o já fraco equilíbrio psíquico do Tiradentes, tornou-se em loucura. Voltou para Ouro Preto, ou vila Rica, como também era chamada a capital da capitania. A volta foi mais dura que a vinda, pois se na vinda sofrera as agruras de viajante daquele tempo, pelo menos havia a esperança! À volta, teve as mesmas agruras, mas sem a esperança. E a falta da esperança aumentou a insanidês. Pousava em fazendas, do caminho. E nas casas-grandes dos fazendeiros, (em geral ligadas ao Marquês de Barbacena, governador das Minas Gerais), contava, à mesa, que tropas do Rio de Janeiro marchariam, em breve, para engrossar os exércitos de revolucionários de Ouro Preto, que a França e os Estados Unidos enviariam esquadras, para combater o Vice-Rei, no Rio de Janeiro, impedindo-o de ajudar o Barbacena. E assim por diante. Em cada parada, até Ouro Preto, aumentavam seus delírios. Resultado: O Marquês de Barbacena ficou sabendo de tudo, antes mesmo que o traidor Silvério dos Reis, lhe contasse. Por isso não deu guarida ao Silvério e mandou prendê-lo também. Também, porque, mal Tiradentes chegou a Ouro Preto foi encarcerado, junto com todos os outros inconfidentes, que ele havia delatado, na mais pura ingenuidade dos insensatos e loucos! Como já dissemos foram todos a Tribunal, e negaram; menos ele. O processo chegou a Lisboa e o Alto Tribunal da Corte, condenou todos à pena máxima: forca! Mas reinava em Portugal uma mulher, a Rainha D. Maria I, que ainda não tinha perdido suas faculdades mentais. E como mulher e bondosa católica reformou a sentença de morte, para degredo em Angola, menos para Tiradentes, que havia confessado o crime de lesa majestade. (Dizem que mais tarde, D. Maria I, melhor informada da insanidade de Tiradentes, reformara também sua sentença, para degredo, mas a reforma da sentença, teria chegado tardiamente, pois Tiradentes já tinha sido enforcado).

O Ícone da República, o alferes Tiradentes, é uma figura tão paradoxal, quanto à própria conjuração que se pavoneou do título de Inconfidência. Que não conhecendo bem o latim, não entendeu porque a Coroa Portuguesa chamara o movimento de Inconfidência. Porque “Inconfidere”, em latim é o contrário de “Fidere”. “Fidere é confiar”; inconfidere” é desconfiar. Ou melhor: desconfia-se de quem é traidor, inconfidente: Traidores da Coroa. Até hoje, infelizmente, em Ouro Preto , na Praça, Central, sobre o portal da Casa da Câmara está escrito “Museu da Inconfidência” ou seja: “Museu da Traição”. 

*o autor é advogado, professor e historiador de renome, membro de diversas instituições culturais, como a Instituto Histórico de Petrópolis. Monarquista, serviu, como assessor, o Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança.

domingo, 8 de abril de 2012

Relembrando

Em 1993, depois de longos anos de injustiça republicana, o Deputado Cunha Bueno conseguiu a façanha histórica de reavivar a discussão entre os parlamentares sobre a forma de governo adotada.  Por que o Brasil era e continua sendo uma república, se esta forma de governo não foi a escolhida pelo povo? Os Deputados então decidiriam convocar um plebiscito para que o povo pudesse escolher entre Monarquia Parlamentarista, República Parlamentarista ou República Presidencialista.  

Depois de mais de 100 anos, a república queria se retratar. Era hora de manifestar-se democrática e justa. A ocasião era propícia. Depois de um século, quando todas as gerações remanescentes do Império já haviam desaparecido, restava apenas a história (mal contada pelos livros das escolas) para relembrar o verdadeiro Brasil. Depois de 100 anos, quando então todas as lembranças já se haviam acabado e tudo não passava de um conto, era hora da república aceitar os apelos feitos ao longo daqueles últimos 99 anos do regime golpista. Aos monarquistas, desde o início da república, havia sido negado o direito a propagar seus ideais através de movimentos organizados. Somente em 1988, quando votada a nova Constituição, a cláusula, chamada pétrea, foi extinta, dando direito “a livre expressão” dos monarquistas. 

Em 1993, ano escolhido para o plebiscito, a divulgação dos ideais monarquistas e as ações em prol do regime tinham apenas 5 anos. O plebiscito previsto para ocorrer no segundo semestre, foi antecipado para o primeiro. Disputas infundadas na Família Imperial foram alimentadas por pessoas de quem se esperava o contrário, desrespeitando os fundamentos básicos da Monarquia – respeito as tradições e as leis. Os parcos recursos dos monarquistas, notado, muito especialmente, através das propagandas televisivas e pelo marketing pouco moderno, contrastavam com o da república que tinha amplos meios de divulgação, vultosas quantias em dinheiro e poderosos mecanismos de persuasão.  

Rememorando este tempo, deixamos a fala de Dom Bertrand de Orleans e Bragança, o Príncipe Imperial do Brasil, em entrevista à Rádio Bandeirantes (basta clicar na imagem abaixo).
Clique na imagem e ouça as sempre sábias palavras do
Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança

Os descendentes do Beato Carlos e da Serva de Deus Zita da Áustria visitam a Ilha da Madeira

Do Blog Família Real Portuguesa



Cerca de 80 elementos estão na Madeira, por ocasião de mais um aniversário do falecimento do Imperador.

O presidente da Câmara Municipal do Funchal, Miguel Albuquerque, recebeu hoje os membros da família do Imperador Carlos da Áustria “O Beato”, que se encontram de visita à Região Autónoma da Madeira, por ocasião de mais um aniversário do falecimento do Imperador.

Karl von Habsburgo, atual chefe da Casa de Habsburgo, falou sobre as visitas à Região, não apenas com a família, mas com grupos de amigos, aos quais faz frequentemente de guia. Mais do que as ligações oficiais fica um grande apreço à população e as ligações que mantemos com a história da sua família.


A comitiva integra cerca de 80 elementos, de quatro gerações da família Habsburgo. A acompanhá-los está ainda Dom Duarte de Bragança e outros elementos ligados à Casa Real Portuguesa. Vinho Madeira e Bolo de Mel encerraram com chave de ouro o encontro.

Diário Cidade, 31 de Março de 2012

VÍDEO

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MEMBROS DA FAMÍLIA DO IMPERADOR CARLOS DA ÁUSTRIA RECEBIDOS NA CÂMARA DO FUNCHAL
Uma comitiva constituída por membros da família do Imperador Carlos da Áustria "O Beato", que se encontram na Madeira por ocasião de mais um aniversário do Imperador, ocorrida a 1 de Abril de 1892, no Funchal, foi hoje recebida no Salão Nobre da Câmara Municipal do Funchal.

O presidente da autarquia, Miguel Albuquerque, ofereceu na oportunidade ao Chefe da Casa Imperial de Habsburgo, Arquiduque Carlos, a Medalha dos 500 Anos da Cidade do Funchal.

Entre os membros da comitiva esteve o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, que também assinou o Livro de Honra da Câmara Municipal do Funchal.

De referir que a comitiva dos membros da Família do Imperador Carlos da Áutria é constituída por 80 pessoas.

Jornal da Madeira, 31 de Março de 2012

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Oportuna Iniciativa

Caros leitores, reproduzimos no Blog Monarquia Já o interessante artigo do grande jornalista, apresentador e homem público  Aristóteles Drummond, com sua “Oportuna Iniciativa”, no jornal “O Dia”, do Rio de Janeiro. Confiram: 


"Oportuna Iniciativa 

Rio - O jovem secretário de Conservação da Prefeitura do Rio, Carlos Roberto Osório, teve uma iniciativa que pode parecer simples, fruto apenas de sua sensibilidade e formação. No entanto, é um exemplo a ser seguido nos mais diferentes níveis da administração pública e da própria sociedade. Trata-se do convite feito à Família Imperial do Brasil, os Orleans e Bragança, para se fazer representar na reinauguração da Praça Tiradentes, onde está a estátua do imperador D. Pedro I, tendo o símbolo do Império marcado em seu piso de pedras portuguesas. A família indicou o príncipe D. Antônio e sua mulher, D. Christine de Ligne, para o evento. 

Ora, o Brasil deve sua independência a D. Pedro I — e à sua mulher, a imperatriz Leopoldina. Seu filho Pedro II nos proporcionou 49 anos de progresso e dignidade; a princesa Isabel marcou suas regências pelo processo de libertação dos escravos e por seu exemplo de mulher austera, de muita fé e amor ao Brasil, que os 33 anos de exílio não fizeram diminuir. Seus filhos, netos e bisnetos dão exemplos de discrição, correção e patriotismo. Um de seus netos, D. João, foi oficial da Força Aérea, tendo atuado na Segunda Guerra, e um dos bisnetos, D. Eudes, oficial da Marinha de Guerra.

Nada mais natural que esse gesto oportuno e justo do secretário municipal fosse seguido pelos governos estadual e federal quando de outros eventos. Especialmente os de significado histórico, como o 7 de Setembro em seus tradicionais desfiles. 

A oportunidade de se lembrar a gestão da Casa de Bragança em nossos destinos, desde D. João VI, independe de eventuais debates entre monarquia e República, mas, sim, de se exaltarem exemplos de patriotismo e desprendimento. Dois itens que andam escassos na atualidade que vivemos na vigência da Constituição."

domingo, 1 de abril de 2012

Monumento a Dom Pedro I completa 150 anos

Acaba de completar 150 anos, um dos maiores símbolos de representação e homenagem do país, a estátua equestre de Dom Pedro I, no Rio de Janeiro.

Inaugurada em 30 de março de 1862, numa cerimônia com a presença do Imperador Dom Pedro II, contando então com uma orquestra de mais de 600 componentes, que tocaram, na ocasião, o Hino da Independência, de autoria do homenageado, comovendo a multidão que lá se encontrava. O monumento foi encomendado a Louis Rochet, famoso escultor francês, que executou a bela obra de 15 metros de altura e mais de 50 toneladas de bronze. A estátua representa o fundador do Império do Brasil, a quem os brasileiros devem a identidade, nacionalidade e Soberania – o Imperador Dom Pedro I – imortalizado no momento em que, a beira do Rio Ipiranga, gritava: Independência ou Morte!. Ainda no monumento estão representados os Rios Amazonas, Paraná, São Francisco e Madeira, completados com figuras indígenas e gárgulas.  
As vésperas de se completar os 150 anos de sua inauguração, o governo Estadual do Rio de Janeiro executou a limpeza deste patrimônio histórico, dando-lhe a atenção devida. No dia 30 de março de 2012, o monumento ganhou uma bonita homenagem que contou com a presença das autoridades locais, de membros da Família Imperial do Brasil e da população carioca. Na ocasião o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança, representando Dom Luiz, Chefe da Casa Imperial do Brasil, seu irmão, proferiu um discurso com dados históricos, reavivando os tempos áureos do Império e a figura do seu ilustre antepassado. Segundo Dom Antonio “Dom Pedro I foi o fundador de nosso império, ele se arriscou, ele tinha um grande amor pelo país. Então as cortes portuguesas queriam fazer que o Brasil voltasse a ser colônia. Dom Pedro I, junto com grandes brasileiros como José Bonifácio, resolveu que aquele era o momento de fazer a independência”, justificando a bela homenagem que o Imperador Dom Pedro II fez ao pai há 150 anos.
Dona Maria Gabriela e Dom Antonio de Orleans e Brgagança acompanhados
pelo Guarda de Honra e pelo Secretário de Conservação do Rio de Janeiro

Dom Antonio em discurso

Mesmo com o clima de festa que movimentou os últimos dias, é necessário relembrar o descaso pelo qual o monumento passou desde 1889. Sendo uma referência direta a Monarquia e aos grandes feitos de um monarca, a praça onde o monumento foi erguido teve seu nome trocado. Em 1890, a Praça da Constituição passou a se chamar Praça Tiradentes, em homenagem ao golpista que virou mártir para tentar substituir Dom Pedro I, verdadeiro defensor da Pátria e da Independência. Na década de 30 do século passado, Deputados da República discutiram a possibilidade de derreter ou vender o monumento, a fim de pagar a dívida externa. Ainda no século XX, foram muitos os casos de roubo, pichações e vandalismo de toda ordem contra o monumento. A espada de Dom Pedro I havia sido roubada, assim como outros objetos. Somente agora o governo carioca parece ter dado o real valor a este valioso monumento.
Antiga Praça da Constituição
Antiga Praça da Constituição, atual Praça Tiradentes vista do alto

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