quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Lançamento do livro "Psicose Ambientalista" de Dom Bertrand de Orleans e Bragança

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Dom Antonio de Orleans e Bragança comparece as comemorações dos 159 anos da Polícia Civil do Paraná

Gazeta do Iguaçu notícia a visita de Dom Antonio:
 
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Dom Antonio é homenageado pela Polícia Civil do Paraná


O encerramento das festividades alusivas aos 159 anos da Polícia Civil, da 6ª SDP de Foz do Iguaçu, chefiada pelo delegado de polícia Rogério Antonio Lopes, contou com a presença de um personagem ilustre. Dom Antonio João Orleans de Bragança, que é tataraneto do Imperador de D. Pedro II, que em 28 de setembro de 1853, através do Decreto nº 1237, criou o cargo de Chefe de Polícia na Província do Estado do Paraná. 

Dom Antonio foi recebido pela manhã por uma seleta comitiva no aeroporto internacional de Foz do Iguaçu e logo a seguir foi homenageado com um almoço. 

No período da tarde, o príncipe foi recepcionado pela direção da UNIFOZ, em que conheceu as suas instalações e conversou sobre vários temas inerentes a educação e atendeu inúmeros acadêmicos que pediram para tirar fotos ao seu lado. 

Na sede da 6º Subdivisão Policial, realizou um périplo pelo seu interior ciceroneado pelos delegados de polícia daquela unidade policial, e a seguir foi convidado a comparecer a sala de gestão, onde uma plateia composta de empresários, políticos, educadores, religiosos de várias denominações, promotores de Justiça, universitários, maçons e servidores públicos o aguardavam para  homenageá-lo. 

Na continuidade, o delegado de polícia Rogério Lopes, fez um breve relato da História da Polícia Civil do Paraná e, por extensão, enalteceu em nome de toda a Polícia Civil o feito do Imperador D. Pedro II. 

Na sequencia, o delegado chefe da Divisão de Crimes contra o Patrimônio de Curitiba, Luiz Carlos de Oliveira, fez a entrega do livro que narra o histórico da Polícia Civil paranaense de autoria do professor Ernani Costa Straube e da bandeira da instituição. 

Posteriormente, Dom Antonio, retribuiu com um livro que conta a trajetória da família real no Brasil. Ato contínuo, num breve relato, o príncipe agradeceu emocionado a homenagem que estava sendo alvo da policiai civil, e disse que  se sentia orgulhoso por ter morado na companhia dos seus pais na cidade de Jacarezinho (PR). Na sua fala final, Dom Antonio afirmou: “Os policiais são os cavaleiros de hoje que arriscam a própria vida em defesa da população e com eles quero compartilhar essa homenagem”.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Falecimento da Princesa Ragnhild da Noruega


Faleceu em 16 de setembro de 2012, no Rio de Janeiro, aos 82 anos, a Princesa Ragnhild da Noruega. 

Nascida a 9 de julho de 1930, no Palácio Real de Oslo, era filha do Rei Olavo V e da Rainha Märta da Noruega, nascida Princesa da Suécia. Em 1953 se casou com Erling Sven Lorentzen, um grande empresário que desde a maioridade esteve ligado as Forças Armadas norueguesas. Ainda na década de 50, a Princesa e seu marido fixaram residência no Brasil, onde o Senhor Erling se destacou como empresário. O casal teve 4 filhos,  Haakon, Ingeborg e Ragnhild.  
Com a vida íntima muito discreta, a Princesa vivia no Rio de Janeiro, mas participava de eventos oficiais na Noruega.  A Princesa Ragnhild era bisneta do Rei Eduardo VII do Reino Unido e, consequentemente, prima em segundo grau da Rainha Elisabeth II. Estava em 75.º lugar na linha de sucessão ao Trono britânico. A tia materna da Princesa era a Rainha Astrid da Bélgica; sendo, portanto, prima em primeiro grau do Rei Balduíno I da Bélgica e do sucessor deste, o Rei Alberto II, além de ter parentescos com todas as outras Casas Reais da Europa.
 
No dia 20 de setembro foi realizada uma cerimônia em sua memória, na Christ Church, Escola Britânica, do bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro. Um Livro de Condolências estará aberto no Consulado-Geral da Noruega no Rio de Janeiro (Rua Lauro Müller, 116, Sala 2206, Torre Rio Sul, também em Botafogo) no período de 18 a 20 de setembro de 2012, no horário das 13:00 às 15:00 horas, o mesmo ocorre no portão principal do Palácio Real em Oslo. O funeral da Princesa ocorrerá no Palácio Real de Oslo e o enterro será no dia 28 de setembro no cemitério da Igreja de Asker.

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

6º SDP de Foz do Iguaçu homenageia Dom Antonio de Orleans e Bragança nos 159 anos da Polícia Civil do Paraná

Por Cultura

Em comemoração aos 159 anos da Polícia Civil do Paraná, diversas atividades foram programadas para Foz do Iguaçu pela 6ª. SDP. Dia 13 de setembro de 2012, policiais e servidores deram início nas ruas, à campanha "Foz contra as drogas" com a distribuição de panfletos e material informativo, alertando os pais sobre a necessidade de acompanhar a vida dos filhos e evitar o contato com as drogas. A mensagem da campanha já ganhou as ruas com 20 outdoors em pontos estratégicos da cidade, com a frase: "Pode deixar, eu cuido deles pra vocês! Cuidado pais, traficantes querem adotar seus filhos, cuide deles!".

De acordo com o delegado chefe da 6ª SDP, Rogério Antônio Lopes, a campanha também é uma forma de aproximar a instituição da comunidade. "Toda ação da polícia está baseada na parceria com a comunidade. Dependemos do envolvimento dela não só para as ações de repressão, mas muito mais nesse compromisso de difundir informações no campo da prevenção, da conscientização", comenta.

A panfletagem do dia 13, aconteceu no cruzamento da Avenida Paraná com a Costa e Silva, em frente ao Cataratas JL Shopping. A programação das atividades alusivas ao aniversário da PC, inclui ainda, a inauguração no dia 20 de setembro, da Galeria dos Delegados na 6ª. SDP e uma cerimônia de homenagem, no dia 21, a Dom Antônio de Orleans e Bragança, membro da família imperial e trineto de Dom Pedro II. Conforme Lopes, a família imperial contribuiu para a criação da Polícia Civil.

Dom Antonio de Orleans e Bragança recebe a Medalha Mérito Granadeiro do Imperador

 
No dia 14 de setembro de 2012, o Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança recebeu a Medalha Mérito Granadeiro do Imperador, do 1º Batalhão de Guardas do Rio de Janeiro.




segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Recital da Independência


No dia 7 de setembro de 2012, em Brasília, o renomado monarquista e intelectual de relevo, Professor Ibsen Noronha, foi anfitrião do 6º Recital da Independência, ocasião em que recebeu os Príncipes Dom Antonio e Dona Christine de Orleans e Bragança, além de muitos amigos monarquistas e autoridades para celebrar os 190 da Independência do Brasil.  

Confira o vídeo: 
 

Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, é recebido pelo Governo do Estado do Maranhão em comemoração aos 400 anos de São Luís


Como já noticiado no Blog Monarquia Já, na noite de sexta-feira (07/09/2012), a Governadora do Maranhão recebeu no Palácio dos Leões, o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança.

O evento, que contou com a presença de autoridades locais e também do Embaixador da França no Brasil, Senhor Yves Saint - Geours, marcou os 400 anos de São Luís, cidade fundada por franceses em 1612. 

Do balcão central do Palácio, os convidados puderam assistir as atrações que abrilhantaram a noite. Confira as imagens do site oficial do Governo do Estado do Maranhão:
 


domingo, 9 de setembro de 2012

Dom Bertrand em palestra na cidade de São Luís do Maranhão

No sábado, 08/09/2012, Dom Bertrand palestrou em São Luís, sobre a Liberdade, Propriedade e Vida, no lançamento do Expresso Liberdade, uma organização apartidária, dedicada a promover estudos econômicos, culturais e políticos, baseados justamente nos valores de Liberdade, Propriedade e Vida. Veja imagens da palestra, pela página da organização no Facebook:
 

O Príncipe com o grupo idealizador

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Dom Bertrand comparece a eventos em São Luís: Desfile Militar, almoço comemorativo e recepção pelo governo do Estado lotaram a agenda do Príncipe nesta sexta-feira


No dia em que o Brasil comemorou 190 Anos de Independência, estando Dom Bertrand em São Luís do Maranhão, o Príncipe compareceu a Parada Militar comemorativa a Independência, sendo homenageado posteriormente pela Associação Católica Ad Maiorem Dei Gloriam, que organizou um almoço em sua honra.
 
 
Dentre os presentes estavam o Frei Valdo Nogueira, OFMconv, que celebra as Missas Tridentinas em São Luís, o seminarista João Dias Rezende Filho, o advogado  Dr. Rafael Coêlho, médico-tenente da Aeronautica Dr. Ribamar Veloso , Dr. Wilker Oliveira, Dr. Antonio Oliveira Júnior, Dra. Danielli Firmo, Juvêncio Farias Júnior e o advogado e ex-presidente do Círculo Monárquico de Fortaleza, extremamente atuante no plebiscito de 1993, Dr. Juvenal, vindo do Ceará.

João Dias Rezende Filho e o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança
 
 João Dias Rezende Filho, Dr. Juvenal e Frei Valdo Nogueira
 

Entre os assuntos discutidos, estavam a monarquia e a fé católica. O grupo também falou sobre São Luís, Rei e Santo, que emprestou seu nome a capital do Maranhão e sobre a celebração da Missa na forma extraordinária, além de assuntos da atualidade maranhense e do país.  

A noite, no Palácio dos Leões – local onde em 1612 foi erguido o Forte de São Luís – que deu origem ao nome da cidade, o Príncipe Imperial foi recebido pela governadora do Estado do Maranhão, Roseana Sarney.  

Palácio dos Leões
 

Amanhã, como já noticiado no Blog Monarquia Já, Dom Bertrand irá palestrar sobre Liberdade, Propriedade e Vida, no Grand São Luís Hotel, às 15h30, no centro da cidade, cumprindo parte de sua extensa agenda na histórica São Luís.

Dom Bertrand em São Luís do Maranhão


Recém-chegado a capital maranhense, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, está cumprindo extensa agenda. Na quinta-feira, 08/09/2012, o Príncipe foi recebido por autoridades e membros do comitê organizador dos festejos pelos 400 anos de São Luís do Maranhão, sendo a ele oferecido jantar, homenageando-o. Na tarde de sábado, 08/09/2012, fará palestra no Grand São Luís Hotel.

A afiliada da Globo no Maranhão, divulgou vídeo onde o Príncipe Imperial demonstra todo sua felicidade em poder participar desta importante parte da história da cidade. Relembra Dom Bertrand, que São Luís, o Rei Santo, cujo nome foi batizada a cidade, é seu antepassado. Confira o vídeo em http://g1.globo.com/ma/maranhao/jmtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/visita-do-principe-da-familia-real-brasileira-movimentou-as-homenagens-aos-400-anos/2127971/
 
Fotos do jantar em homenagem a Dom Bertrand de Orleans e Bragança:

Dom Bertrand com membros da Comissão dos 400 anos e da autoridades da Prefeitura Municipal

O Príncipe recebe um livro de presente
Fotos: Blog do Djalma Rodrigues
 

Liberdade, Propriedade e Vida no Brasil, foi tema escolhido para a palestra de Dom Bertrand em São Luís. O assunto é a pauta do Príncipe por onde passa. Sua trajetória de vida e a história da Família que pertence lhe dão propriedade ao falar. O evento será gratuito e ocorrerá às 15h30 no Grand São Luís Hotel, à Av. Dom Pedo II, 299 – Centro. A organização do evento ficou a encargo do instituto Expresso Liberdade, instituição apartidária voltada à difusão do pensamento liberal e sediada em São Luís.

Gazeta de Alagoas homenageia a Família Imperial do Brasil

A Gazeta de Alogoas, nos 190 Anos da Independência do Brasil, em sua páginas, homenageia a Família Imperial do Brasil. Confira:
 
Por Gazeta de Alagoas
Edição do dia 07 de setembro de 2012

Homenagem

Nesta data, em que se comemora o 190º aniversário da Proclamação da Independência do Brasil, o colunista pede vênia para prestar uma homenagem especial ao príncipe D. Pedro de Alcântara de Bragança e Bourbon, em justo reconhecimento ao fato de que, ao assumir a liderança do movimento e colocar a coroa do novel Império sobre sua cabeça, ele impediu o esfacelamento do Brasil (como aconteceu com os antigos vice-reinos espanhóis). Um serviço inestimável e que não pode ser esquecido. Por outro lado, D. Pedro I recusou-se a derramar sangue brasileiro: quando da abdicação, dispensou o Batalhão do Imperador, que lhe ficara fiel, evitando uma luta fratricida.

GRANDE ANFITRIÃO

Nosso primeiro imperador soube desempenhar o papel de animador da vida social da Corte. Promovia bailes e oferecia saraus musicais – com apresentações de cantores e instrumentalistas locais, ou de passagem pelo Rio de Janeiro. Não raro, ele próprio tocava piano, pois possuía sólida formação musical: compôs o Hino da Independência, peças sacras e até uma ópera (em francês) que seria encenada em Paris, quando já exilado.

PAI AMANTÍSSIMO

D. Pedro I foi um pai sempre presente (enquanto morava no Brasil) e amantíssimo (vivia escrevendo cartas amorosas, do exterior), tanto para com os príncipes, como para as filhas bastardas que a marquesa de Santos lhe deu, as quais perfilhou e dotou de títulos nobiliárquicos ducais, garantindo-lhes acesso à Corte, apesar da resistência da imperatriz D. Leopoldina, que não gostava de ver as bastardas misturadas com seus filhos.

CHEFIA

O atual chefe da Família Imperial do Brasil é o príncipe D. Luís Gastão de Orleans e Bragança, tetraneto de D. Pedro I. Solteiro e sem filhos, ele tem como herdeiro seu irmão, D. Bertrand (igualmente solteiro e sem geração conhecida).

PARADA

Nos países europeus, faz parte da formação cívica levar os filhos para assistir às paradas militares comemorativas das respectivas independências. Um exemplo que merece ser seguido pelos pais alagoanos, nesta manhã, lá na orla.

EQUÍVOCOS NA MONTAGEM

O figurinista da montagem Grito do Ipiranga, encenada domingo passado, no Parque da Independência, em São Paulo, cometeu erros crassos nos figurinos. Pôs uma peruca alta (digna da rainha Maria Antonieta) em Deborah Secco que representava D. Leopoldina, sem atentar às pinturas de J.P. Debret, nas quais ela aparece com os cabelos naturais, penteados em coque, na nuca, para possibilitar o uso de diadema com penacho. E vestiu D. Pedro como oficial de Milícias, ignorando o vermelho liso das casacas usadas pelos Bragança.


Príncipe D. Luís Gastão de Orléans e Bragança, atual chefe da Família Imperial do Brasil. FOTO: DIVULGAÇÃO

As andanças do príncipe Tinko Czetwertynski, casado com Paola de Orleans e Bragança

Por Ela - Globo
 
Gustavo Autran
Publicado:
Atualizado:
Tinko Czetwertynski já fotografou Pelé e o estlista libanês Elie Saab Foto: Manu Coriolan

RIO — Ele rodou o mundo até trocar alianças com a princesa Paola de Orleans e Bragança num cartório na Bélgica, em janeiro. Antes de sair de Paris para o apartamento de 200 metros quadrados em Higienópolis, São Paulo, o príncipe Tinko Czetwertynski morou em Bruxelas, Londres, Nova Délhi, Beirute, Brasília e Daca, capital do Bangladesh. Não, a vida meio nômade do moço não esconde nenhuma angústia ou sentimento incurável de inadequação. No início, as constantes mudanças de endereço eram exigências da rotina profissional do pai, o príncipe Michael Swiatopolk-Czetwertynski, que foi também diplomata. Hoje, aos 34 anos e dono do próprio nariz, ele continua andando por aí, só que movido por sua paixão pela fotografia.

— Aprendi desde criança a morar em cidades diferentes. Tanto que hoje não consigo ficar muito tempo sem sair do lugar. Dá agonia — conta Tinko, que na verdade se chama Constantin.
 
A saga do príncipe começou aos dois meses de idade, quando a família saiu de Bruxelas, sua cidade natal, e partiu para Londres. Dois anos mais tarde, todos seguiram para Nova Délhi e ficaram por lá até ele, o caçula de dois filhos, completar seis anos. De lá vêm as lembranças mais remotas, de quando frequentava festas em suntuosos palácios de marajás e também dos shows com elefantes adestrados, promovidos no jardim de sua própria casa.
 
Depois de uma rápida temporada em Bangladesh, Tinko estudou em três internatos na Bélgica, para dominar o francês. O idioma, tirou de letra. Desafio maior foi encarar a comida do colégio Saint-Benôit de Maredsous, que faz parte de uma abadia beneditina, conhecida pela produção de uma cerveja artesanal cultuada. Nessa época, ganhou de um tio sua primeira câmera fotográfica. Nunca mais largou.
 
— Comecei a fotografar mais quando morei no Líbano, em 1998. Pegava o carro e saía clicando sem saber para onde estava indo. Um dia passei por uma blitz da ONU sem ser visto e fui parado num check-in do exército libanês. O lugar estava tão deserto que os soldados estavam só de cueca. Eles ordenaram que eu voltasse porque já estava muito próximo da zona que na época era ocupada pela tropa israelense — conta ele, que cursou design gráfico com especialização em fotografia na Central Saint Martins College, em Londres.
 
Hoje ele sabe bem para onde mira suas lentes. Frequentemente viaja para fazer retratos de famílias reais do Oriente Médio, mas prefere não revelar quais são. Ano passado, Tinko fotografou o estilista libanês Elie Saab em Beirute, para a “Vanity Fair”. Recentemente clicou Pelé para a agência Mediacom, responsável pelo gerenciamento da imagem comercial do rei. Nada disso enche os olhos do fotógrafo de sangue nobre, que é zero deslumbrado.
 
— Nunca tive nenhum sentimento de pertencer a uma elite. Ostentar não é comigo. Claro que é bom ficar em hotéis incríveis, mas gosto muito também de ficar em casa, ver um filme e comer macarrão.
 
Oriente Médio: ‘Eles são muito discretos’
 
Mesmo assim, impossível não prestar atenção na opulência das casas que conheceu no Oriente Médio. Algumas lembravam um castelo, com direito a muitas peças decorativas douradas e até pássaros exóticos batendo as asas na sala de estar.
 
— Pode parecer contraditório, mas eles são muito discretos, não gostam de se expor. Na Arábia Saudita, inclusive, a fotografia não é vista com bons olhos. Eles têm um estilo que muita gente considera cafona, mas também já vi casas bem minimalistas, com poucos móveis e paredes de concreto.
 
Retrato é uma das coisas que mais gosta de fazer. Foi assim desde que teve em mãos sua primeira máquina, uma Minolta. E agora, casado com Paola, modelo de mão cheia, Tinko não tem do que se queixar.
 
— Sempre gostei de retrato e as pessoas costumam dizer que consigo resultados bem expressivos. Mas não gosto de luz complicada, fica parecendo que a pessoa está embrulhada num saco plástico. Prefiro luz natural.
 
É provável que seu espírito desbravador seja herança de família. O antepassado mais antigo de que ele tem notícia é o líder viking Rurik, que cruzou o Mar Báltico no século IX, fundou o principado de Kiev e deu origem à dinastia que reinou na Rússia até o século XVII. Seu bisavô paterno, que não era judeu, morreu em um campo de concentração durante o nazismo. O filho conseguiu fugir e se juntou às forças inglesas que libertaram a França e a Bélgica de Hitler. Já a mãe nasceu em Praga, na República Tcheca, e o avô materno tem origem islandesa. Uma autêntica salada russa.
 
Paixão entre primos distantes
 
Tinko e Paola se conheceram na França em junho de 2010. Uma amiga em comum avisou que a pretendente estava dando um giro pela Europa e faria uma parada rápida em Paris. Foi a senha para ele convidá-la para um coquetel na sua casa, pertinho da Madeleine. Mas os dois, que são primos distantes, só engataram namoro duas semanas depois.
 
— A gente se apaixonou rápido. Ele tem esse espírito curioso, aventureiro, e isso me traz um estímulo muito gostoso. Olhamos para o mesmo horizonte — derrete-se Paola, que em menos de dois anos disse “sim” ao príncipe, numa cerimônia para apenas quinze convidados. Nem a mãe dela conseguiu aparecer.
 
Para o casório, Tinko optou por um terno Alexander McQueen que ele já tinha no armário. Já Paola apareceu com um discreto Lanvin, que ela penou para encontrar.
 
— Não encontrar o vestido que sonha nem em Paris... É para ficar desesperada, né? Mas fui salva pela loja da Rue du Faubourg Saint-Honoré — lembra a noiva, que promete um festão no ano que vem para celebrar a união.

Em Franca, OAB se posiciona sobre a baderna dos jovens revoltosos


Em decorrência dos fatos ocorridos no último dia 28 de agosto de 2012, onde pequeno grupo de jovens da UNESP Franca arbitrariamente interrompeu a palestra de S.A.I.R., o Príncipe Senhor Dom Bertrand de Orleans e Bragança, agredindo-o verbalmente, a Ordem dos Advogados do Brasil – 3ª Subseção da AOB – Franca, São Paulo, se posicionou, divulgando nota nos meios de comunicação, através de seu presidente, Sr. José Nelson Aureliano Menezes Salerno.

A nota diz, entre outras coisas, que “Acerca do incidente envolvendo restrito grupo de alunos da UNESP e Dom Bertrand Orléans e Bragança, membro da família real do Brasil, a OAB de Franca registra veemente discordância no tocante aos ataques e postura adotada por incautos acadêmicos que atribuíram ao conferencista a pecha de nazista. Tal posição consistiu grave erro. Segundo disse o visitante, teve parte de sua família vítima de atrocidades perpetradas nos campos de concentração, ignominiosos instrumentos de tortura e aniquilação de seres humanos utilizados pelo nazismo. Se aos estudantes não interessavam as informações sobre o regime monárquico, (...) caber-lhes-ia declinar da presença ou estabelecer um debate dentro de princípios dialéticos a fim de apresentarem seus argumentos, mesmo que diametralmente opostos. Vale anotar o fato de que a Unesp de Franca, sobretudo na seara das ciências humanas, é referência em todo o País.” Coloca ainda que: “O incidente não faz parte de suas aspirações acadêmicas, da história ou da vasta contribuição aos grandes temas. Sendo assim, a OAB de Franca recomenda fortemente aos acadêmicos, engajamento estudantil e político sem, contudo, olvidarem do diálogo, do bom debate e do respeito à dignidade da pessoa humana”. E completa: “Parabéns à Faculdade de Direito de Franca e à UNESP de Franca, que mesmo de improviso, estabeleceram salutar parceria, acolhendo a contento o palestrante e propiciando a seus alunos que aproveitassem os conhecimentos por ele transmitidos”.

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Príncipe brasileiro destaca riqueza histórica da cidade de São Luís

Por Bastidores3

 
A presidente de honra do Conselho Gestor dos 400 anos, Gardênia Ribeiro Gonçalves, compareceu ao Aeroporto Cunha Machado, no início da tarde desta quinta-feira (06), para receber o príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, representante da família real do Brasil. Ao desembarcar em São Luís, ele declarou que se sente honrado em poder participar das comemorações dos 400 anos de fundação da capital maranhense.
 
“É uma satisfação poder estar aqui junto de vocês, para dizer do quanto me sinto feliz e honrado por esta oportunidade de participar destas celebrações. São Luís do Maranhão é reconhecidamente um patrimônio nacional, que acumulou, ao longo do tempo, uma história formidável, desde La Ravardière até os dias de hoje”, declarou Dom Bertrand de Orleans e Bragança.
 
Advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco da Universidade de São Paulo (USP), Dom Bertrand é trineto de Dom Pedro II e bisneto da princesa Isabel. Ele agradeceu a dona Gardênia o convite para participar da programação oficial organizada pela Prefeitura de São Luís.
 
Acompanhada do coordenador executivo do Programa São Luís 400 anos, Sofiani Labidi, dona Gardênia deu boas-vindas ao príncipe Dom Bertrand: 
 
“É um privilégio para todos nós recebê-lo e dizer que prezamos o legado da fundação francesa da nossa cidade, mas da mesma forma prezamos a herança portuguesa, que se expressa na nossa língua, na nossa arquitetura, na nossa culinária formando uma riqueza cultural que muito nos honra”, afirmou dona Gardênia.
 
Paz no campo 
 
Coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, Dom Bertrand lembrou que esteve em São Luís no início da década de 90 e que, nos últimos anos, tem feito diversas visitas a cidades do Nordeste para proferir palestras sobre temas ligados às questões dos direitos humanos, da propriedade privada e da livre iniciativa.
 
“Sempre busco tomar contato com lideranças e movimentos autênticos da nossa nacionalidade”, frisou Dom Bertrand. O professor Sofiani Labidi informou ao visitante ilustre que a programação dos 400 anos de São Luís abrange um vasto programa com shows, espetáculo acrobático francês, bolo gigante, fogos de artifícios, poesia, serenatas, minimaratona, passeios, exposições e lançamentos de livros, dentre outras atividades.

IHGSP e USP celebram os 190 anos da Independência do Brasil com Dom Gabriel de Orleans e Bragança


O Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e a Universidade Federal de São Paulo promovem no dia 7 de setembro de 2012, às 15h, a Solenidade de Abertura do Ano de Portugal no Brasil e a Comemoração dos 190 anos da Independência do Brasil. O Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança, sobrinho do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Príncipe Dom Luiz, estará presente e falará ao público, conforme programa a seguir.
 
Programação

Abertura:
Hino Nacional Brasileiro
 
Palavras da Presidente:
Nelly Martins Ferreira Candeias
 
Inauguração da Sala de Artes Paulistanas:
Maestro Samuel Kerr, Curador Cultural

Pronunciamento Prof. Dr. José Luiz Gomes do Amaral - UNIFESP

Assinatura do Protocolo de Cooperação Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e Universidade Federal de São Paulo

Posse de Correspondentes Internacionais:
José Augusto Pereira de Sotomayor Pizarro;
José Vicente Pinheiro de Melo de Bragança;
Lourenço de Figueiredo P. Correia de Matos e
Rui Manuel de Figueiredo Marcos
 
Saudação aos novos membros:
Kenneth Ligth

Palavras do Príncipe Dom Gabriel de Orleans e Bragança
 
Mestre de Cerimonia:
Pedro Paulo Penna Trindade

São Luís do Maranhão recebe Dom Bertrand: "Príncipe brasileiro chega a São Luís nesta quinta"


Por SECOM Prefeitura de São Luís do Maranhão
Príncipe brasileiro chega a São Luís nesta quinta (06) 
São Luís recebe, nesta quinta-feira (06), a família real do Brasil com a visita do príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, que chega para prestigiar a programação oficial dos 400 anos da capital maranhense. Ele será recepcionado por autoridades municipais e do Comitê Gestor dos 400 anos.
 
O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança é trineto de Dom Pedro II e bisneto da princesa Isabel, a redentora. É advogado formado pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP – Universidade de São Paulo.
 
Coordenador e porta-voz do movimento Paz no Campo, ele percorre o Brasil fazendo conferências para produtores rurais e empresários. É defensor da civilização cristã, que seus antepassados tanto ajudaram a construir no país.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Sábado monarquista no Paraná: membros da Família Imperial vão a Curitiba

Por: Clube Curitibano

De Maria Cristina Miró e do designer Rodrigo Alarcón, Dona Christine recebe a  jóia confeccionada especialmente à Princesa com a moeda do período Imperial, presente oferecido pelo Clube Curitibano e pela Frente Dom Pedro II. A peça faz parte da Coleção Tesouros do Império.

No sábado, 1 de setembro, o Clube Curitibano sediou o Encontro dos 190 Anos da Independência.  Na ocasião, a princesa Chrstine de Ligne de Orleans e Bragança foi presenteada pelo designer Rodrigo Alacón e pela primeira dama do Clube Curitibano, com uma peça da coleção tesouros Imperiais. Para o presidente do Clube Curitibano, Joaquim Miró foi muito importante o clube receber um evento deste porte, principalmente pela conservação da tradição e da história do Brasil. "É uma honra para o Clube Curitibano comemorar o ato político mais importante da história de nosso país, com a presença dos herdeiros de D. Pedro, na sede do Barão do Serro Azul", finaliza Miró.
 
No domingo, a monarquia brasileira visitou às instalações do sede do Golfe do Clube Curitibano, onde D. Antônio de Orleans e Bragança disputou uma partida com o diretor do Golfe, Euclides Gusi.
 
Aspecto geral da mesa principal
 
Dom Bertrand em companhia de amigos de Curitiba
 
Dom Antonio joga golfe, no Golfe Clube Curitibano
 
Dom Bertrand como expectador do animado jogo de golfe. Dom Antonio observa para fazer a melhor jogada. Foto Blog Iza Zilli

Conde d'Eu será homenageado no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro

A Princesa Dona Isabel e o Conde d'Eu no exílio em 1919


O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro - IHGB, no dia 5 de setembro, às 15 horas, receberá seus sócios Dom João Henrique de Orleans e Bragança, Vasco Mariz e Mary Del Priori para palestras sobre o Príncipe Gastão d’Orleans, Conde d’Eu, pelo transcurso do 90º ano de falecimento do esposo da Redentora, a Princesa Dona Isabel.  

O IHGB fica à rua Augusto Severo, nº 8, Rio de Janeiro, RJ.

Entrevista exclusiva com Marcus Falleiros sobre a Frente Monárquica de Franca

Dom Bertrand de Orleans e Bragança e
Marcus Falleiros.
Franca, São Paulo, agosto de 2012
A Frente Monárquica de Franca, São Paulo, acaba de surgir. Este novo grupo é formado por pessoas que acreditam na restauração da dignidade, da ética e da moralidade no Brasil. Para falar sobre a atualidade deste movimento francano, o Blog Monarquia Já entrevistou Marcus Falleiros, um dos idealizadores da Frente Monárquica de Franca. Em seus apontamentos, deixa claro as boas intenções que os norteiam. Marcus Falleiros é estudante da Universidade de Direito de Franca, descendente de tradicional família monarquista da região, sendo pentaneto do Barão de Franca. Confira a entrevista na íntegra:                              

BMJ - Como surgiu a ideia de se criar um Frente Monárquica em Franca e qual é a diretriz dos trabalhos a serem feitos? 

Marcus Falleiros - A ideia de se fundar a Frente Monárquica da Franca surgiu em decorrência do fato de que vivemos hoje em nosso País uma crise moral que se institucionalizou em todos os âmbitos governativos. Nós acreditamos que o regime monárquico é a solução para esta nação que teve os seus augustos anos durante o Império. Também afirmamos a monarquia porque a ordem natural é monárquica. A república é uma invenção. É nefasta, tirana, dela nada se pode esperar senão roubo, tirania e desgraça. 

BMJ – Em notícia recente veiculada na imprensa local, mencionou-se que a Frente Monárquica de Franca já conta com 40 pessoas. Quem são em sua maioria e como se juntaram para tal fim?

Marcus Falleiros - As pessoas que se juntaram sob a égide do ideal monárquico são na sua maioria pessoas de alto saber intelectual, tais como, acadêmicos de Direito, História, profissionais liberais, juristas, fazendeiros etc. 

BMJ – Com que a Frente Monárquica pode contribuir em Franca? 

Marcus Falleiros - A Frente Monárquica da Franca pode e vai contribuir em nossa querida Villa Franca do Imperador na difusão da ideologia de direita, da moral, dos bons costumes e a restauração do Império do Brasil. 
 
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"Nós acreditamos que o regime monárquico é a solução para esta nação que teve os seus augustos anos durante o Império. Também afirmamos a monarquia porque a ordem natural é monárquica. A república é uma invenção." 
 
Afirma Marcus Falleiros, da Frente Monárquica de Franca, em entrevista ao Blog Monarquia Já
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BMJ – Franca está intimamente ligada a História do Brasil e a monarquia, foi notadamente nomeada pelo próprio Rei Dom João VI, como Vila Franca Del Rey e depois, no Império, imediatamente rebatizada com Vila Franca do Imperador. Como a população francana, 190 anos depois da Independência, está reagindo aos trabalhos pró monarquia? 

Marcus Falleiros - Nossos concidadãos, para não dizer povo, pois não gosto desta expressão, a mesma nos remete ao populismo, está reagindo positivamente à ideia, pois o Brasil é monárquico, o que mascara esta realidade é a intensa propaganda republicana que durante estes 123 anos fez com que o Brasil pensasse que a monarquia é tirana, o que é um opróbio.  

BMJ – Recentemente, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, esteve em Franca, ocasião em que foi hostilizado por uma minoria rebelde da UNESP. Você mesmo foi agredido fisicamente. Os acontecimentos tiveram repercussão desastrosa sobre a reputação daqueles acadêmicos e, sobretudo, do próprio movimento estudantil da universidade, os ecos são sentidos em todo o Brasil, haja vista as reportagens na mídia nacional e as muitas mensagens, também em âmbito nacional, em favor a Dom Bertrand. Por que este pequeno grupo de estudantes revoltados se insurgiu contra os renomados palestrantes? 

Marcus Falleiros - A UNESP de Franca é famosa pela atuação destes criminosos. Há alguns anos os mesmos defecaram diante do reitor. Não se espera nada civilizado destes que se auto intitulam "vermelhos". Este grupo se insurge contra tudo e todos. Acredito que se insurgiriam até contra Stálin, numa hipotética visita a Franca. Enfim, agem sob o efeito de tóxicos e bebidas que os embriagam. Estudam história e não sabem nem mesmo a própria história, pois, nos expulsaram do plenário aos gritos de "Nazista". Ora, quando que Dom Bertand foi nazista? Sinceramente não sei. 

BMJ – Qual a força dos partidários do socialismo/comunismo em Franca? 

Marcus Falleiros - Não há força alguma, pois a própria história enterrou essa ignomínia que é o socialismo/comunismo. 

BMJ – Qual o grande desafio que se apresenta em Franca para a maior adesão de apoiadores a esta nova Frente? 

Marcus Falleiros - O desafio como já dito anteriormente é a grande e mentirosa propaganda republicana feita durante esses 123 anos. Mas, como já disse anteriormente, o Brasil é Imperial.  

domingo, 2 de setembro de 2012

Franca terá uma frente de defesa da monarquia


Reunião da Frente em defesa da Monarquia
Uma boa notícia ao Movimento Monárquico do Brasil acaba de ser veiculada pelo jornal Diário da Franca: Franca terá um frente em defesa da monarquia. Segundo o jornal, o Grupo que já conta com mais de 40 pessoas quer a volta do império para acabar com a corrupção.  

O jornal traz ainda a confusão causada pelos baderneiros do campus da UNESP naquela cidade, no dia 28 de agosto último, apontando ainda que outro palestrante e intelectual de renome, Ibsen Noronha, professor da Universidade de Coimbra, ficou perplexo com os acontecimentos. "Após 25 anos de vida universitária vi, com tristeza, cenas de grande barbárie, dignas de regimes totalitários como o comunista ou o fascista", afirmou o professor, que completa: "Parece-me inadmissível que seja proibida a palavra a uma personalidade de relevo na cultura brasileira como é o Príncipe Dom Bertrand. Tive a honra de ouvir suas palavras na Universidade de Brasília e na Universidade de Coimbra, onde foi recebido com dignidade por aqueles que provavelmente discordam das suas ideias". Na UNESP, Ibsen Noronha conta ter visto agitadores que gritavam slogans sem substância intelectual. "E apenas confirmam a convicção da tirada do filósofo: o gosto pelo barulho é inversamente proporcional à inteligência. Por isso reitero o meu repúdio ao ocorrido sabendo que a Vila Franca do Imperador é absolutamente outra".   

A baderna provocada pela meia dúzia de jovens trouxe várias consequências negativas ao ambiente acadêmico, sendo noticiada a selvageria em grande parte dos meios de comunicação local e, até mesmo, nacional. Dentre estes aspectos estão à violência, que ultrapassou a agressão verbal, chegando a tronar-se física. Marcus Falleiros, estudante da Faculdade de Direito de Franca e integrante da nova Frente em defesa da Monarquia, relatou ainda no jornal que foi agredido por um estudante do campus que o acertou com o cabo de uma bandeira do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST). Comprovando, portanto, a inconsistência dos argumentos dos revoltosos, aplicando-se, pelas atitudes demonstradas, todos os insultos a eles próprios.  

A Frente em defesa da Monarquia surge em Franca como solução para a população, indignada pelos atos socialistas – comunistas da minoria barulhenta. No interior paulista, assim como em diversos recantos do Brasil, a forma monárquica de governo é cada vez mais seguida e ganha cada vez mais lutadores.

sábado, 1 de setembro de 2012

Feira de serviços abre Semana da Pátria no Centro Cívico

A Semana da Pátria começa neste sábado (1), com o acendimento do fogo simbólico e abertura da feira de serviços gratuitos Paraná em Ação, às 9h, no pátio do Palácio Iguaçu, no Centro Cívico, em Curitiba.  

“Vamos celebrar a data em que o Brasil comemora 190 anos de independência com uma extensa programação cultural e solidária. Será a festa cívica da cidadania brasileira”, disse o governador Beto Richa.  

A Secretaria Especial de Relações com a Comunidade promove no sábado e no domingo a 9.ª edição do programa Paraná em Ação 2012 – Mutirão da Cidadania. O atendimento ao público será das 9h às 18h. Durante os dois dias, a população terá uma série de serviços gratuitos e atividades na Praça Nossa Senhora de Salette.

A população poderá solicitar documentos, como carteira de identidade, CPF e carteira de trabalho, terá atendimento na área de saúde, contagem de tempo de serviço para aposentadoria e benefícios sociais, fazer inscrições nos serviços gratuitos do Governo do Estado e ainda participar de oficinas, recreação, palestras e orientações.  

A Defensoria Pública do Paraná também fica à disposição de todos durante o fim de semana. Serão ofertados gratuitamente os serviços da Agência do Trabalhador, como intermediação de mão de obra, habilitação do seguro desemprego, inscrição para cursos de qualificação profissional e informações sobre microcrédito.

No local, o trabalhador ainda pode conferir as oportunidades de emprego com carteira assinada disponíveis para seu perfil e se candidatar à vaga. O serviço de habilitação do seguro desemprego estará disponível para aqueles que não estão mais registrados e precisam requerer o benefício. Quem quer ingressar em um curso de capacitação também terá a oportunidade de se inscrever durante o evento.  

Desfile  

A semana se encerra na sexta-feira (7), com o tradicional desfile cívico-militar, no Centro Cívico, com veteranos da Força Expedicionária Brasileira, representantes das forças de segurança, autoridades e escolares.  

Os eventos são organizados pelo Governo do Estado em parceria com as Forças Armadas e entidades civis. A programação completa e informações sobre a Semana da Pátria 2012 estão disponíveis no site www.semanadapatria.pr.gov.br. Estão previstas diversas atividades culturais, de lazer e serviços.  

Nos dias 1.º e 2, no pátio do Palácio Iguaçu, acontece a 9.ª edição do Paraná em Ação 2012 – Mutirão da Cidadania, com a oferta de serviços gratuitos para a população. Ainda no domingo, será realizado o XIII Desfile do Pinheirinho. 

No dia 3, no auditório do Museu Oscar Niemeyer, acontece a Conferência Magna sobre a Independência, com a participação do príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, representante da família real brasileira.  

Também está prevista para o dia 6, a reabertura da Catedral Basílica de Curitiba. Serão desenvolvidas atividades culturais e de lazer, como shows, apresentação teatral e musical, oficina de libras, exibição de documentários.

G1: Unesp de Franca avalia punir alunos que chamaram príncipe de nazista

Protesto aconteceu durante visita do herdeiro da família real à universidade. Dom Bertrand, 71 anos, palestrou sobre a história da monarquia no país.
 
Adriano Oliveira
Do G1 Ribeirão e Franca
 
A diretoria da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Franca (SP) informou nesta sexta-feira (31) que analisa punir os estudantes que realizaram um protesto durante a palestra do príncipe herdeiro da família real brasileira, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, de 71 anos, na noite da última terça-feira (29).
 
Dom Bertrand de Orleans e Bragança iniciou visita pela Catedral (Foto: Reprodução/TV Integração)
O Príncipe Dom Bertrand de Orleans e
Bragança fez  palestra sobre a história da
monarquia brasileira em  Franca
(Foto: Reprodução/TV Integração)
Segundo o diretor da Unesp, professor Fernando Andrade Fernandes, o príncipe havia sido convidado para falar sobre a história da monarquia no Brasil. Entretanto, cerca de 100 universitários invadiram o auditório na abertura do evento com bandeiras e cartazes, chamando Dom Bertrand de “nazista”, “fascista” e “assassino”.
 
Após o tumulto, o príncipe saiu escoltado por seguranças e o encontro foi transferido para a Faculdade de Direito de Franca. “A administração está avaliando a adoção de medidas punitivas em relação aos responsáveis pelo ato. Não somos contra a liberdade de pensamento, mas não aceitamos a atitude de um grupo extremista que sempre adota posturas radicais dessa natureza”, afirmou o diretor da Unesp.
 
O protesto
O estudante de Direito Arthur Cantarella, de 21 anos, disse que integrantes do grupo contrário à realização da palestra distribuíram cartazes pela universidade criticando a casa imperial brasileira e convocando os alunos para participarem da manifestação.
 
Para Cantarella, o principal motivo do protesto foi a postura ideológica do príncipe, que defende a volta do regime monárquico ao país. “O problema é que esses alunos extrapolam. Manifestações são válidas e permitidas, a questão é agredir verbalmente um convidado”, criticou.
 
O G1 tentou falar com estudantes que organizaram o protesto, mas nenhum deles retornou as ligações ou e-mails enviados até a manhã de sábado (1º).
 
Príncipe

Por telefone, Dom Bertrand disse ao G1 que considerou o protesto uma “estupidez” e que já sofreu críticas semelhantes em outras ocasiões. “Ficaram me acusando de ser nazista sem o mínimo conhecimento sobre a história da minha família, que foi perseguida pelo nazismo. Isso demonstra que eles desconhecem a própria história."
 
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Nota do Blog Monarquia Já: as badernas vergonhosas dos jovens revoltados da UNESP Franca chegam a grande mídia. Os rídiculos argumentos desta meia dúzia barulhenta demostra a ignorância da História, o desrespeito as tradições e a falta de educação. Estes estudantes são vítimas destes grupos criminosos organizados como o MST. Fica a pergunta: que estudantes a república está formando? Meros profissionais ignorantes que não farão diferença à sociedade ou criminosos organizados, que com sua estupidez, defecam ao invés de argumentar, agem com violência ao invés conversar? O resultado da ação desta minoria da UNESP Franca é este: passar vergonha diante do resto do Brasil.

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