domingo, 26 de maio de 2013

XXIII Encontro Monárquico e aniversário do Chefe da Casa Imperial do Brasil


 

Programa do XXIII Encontro Monárquico
Rio de Janeiro, 15 de junho de 2013
Windsor Florida Hotel
 

9h30 — Recepção aos participantes 

10h00 — Abertura dos trabalhos — S.A.R. o Príncipe D. Antônio de Orleans e Bragança 

Soberania e Poder Naval
Contra-Almirante Alan Paes Leme Arthou

11h00 — Intervalo

11h15 — Agricultura no Brasil do Século XXI
Prof. Evaristo Eduardo de Miranda

12h30 — Almoço

15h00 — Reinício dos trabalhos — S.A.R. o Príncipe D. Rafael de Orleans e Bragança

Dom Luiz — um nome, uma esperança, uma promessa de realização
Prof. Armando Alexandre dos Santos

16h15 — Esplendores do Barroco Mineiro
Maestro Fabricio Rodrigues Pereira

17h15 — Coffee Break

17h45 — Da organicidade monárquica ao autoritarismo republicano
Dr. José Carlos Sepúlveda da Fonseca

19h00 — Encerramento — S.A.I.R. o Príncipe Imperial D. Bertand de Orleans e Bragança

— Entrega de diploma aos participantes regularmente inscritos

 

Celebrações pelo aniversário do
Chefe da Casa Imperial do Brasil
16 de junho de 2013
 

No dia 16 de junho de 2013, o Pró Monarquia e Associação dos Amigos da Família Imperial farão celebrar Santa Missa em Ação de Graças pelo 75º aniversário de S.A.I.R. o Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, na Igreja da Imperial Irmandade de Nossa Senhora da Glória do Outeiro. O Santo Ofício será seguido de almoço por adesão no Windsor Florida Hotel. 

 

O Windsor Florida Hotel, palco das celebrações monarquistas, fica a Rua Ferreira Viana, 81, Flamengo, Rio de Janeiro, cujo telefone é (21) 2195-6800. 

Para maiores informações sobre o XXIII Encontro Monárquico, valores de adesão, hospedagem, bem como sobre as comemorações pelo aniversário natalício do Chefe da Casa Imperial do Brasil, o Pró Monarquia, com endereço a Rua Itápolis, 873, Pacaembu, São Paulo, que atende pelo telefone (11) 2361-3214 e e-mail eventos@monarquia.org.br, deve ser contatado.
 

Participe destas grandes celebrações monárquicas do Brasil. 

sábado, 18 de maio de 2013

Princesa Dona Isabel é homenageada na Sessão Solene pela ocasião dos 125 anos da Assinatura da Lei Áurea


A Sessão Solene em homenagem ao transcurso dos 125 anos da Assinatura da Lei Áurea, promovida pelo Vereador Cesar Maia na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, foi um sucesso. Compareceram autoridades, membros da Família Imperial, monarquistas e a sociedade de modo geral. 

Revestida de simbolismo, a cerimônia contou com discursos tanto do Vereador Cesar Maia, quanto do Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança e do antigo assessor do Chefe da Casa Imperial do Brasil, professor Otto de Alencar Sá Pereira. Cesar Maia presenteou a Princesa Dona Christine com uma estatueta da Princesa Dona Isabel, a Redentora, uma miniatura da estátua original que se encontra no bairro do Leme, e com um belíssimo arranjo de camélias, a flor símbolo do abolicionismo.  
 
Fotografias: ASCOM/CMRJ


A mesa da Câmara Municipal do Rio de Janeiro: Vereador Cesar Maia preside a mesa, com as ilustres presenças, da esquerda para direita, do Professor Otto, da Princesa Dona Christine, do Príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança e de Dom José Palmeiro Mendes, OSB, Abade Emérito do Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, amigo da Família Imperial
 

O Vereador Cesar Maia abriu os trabalhos na Câmara, numa justa homenagem a Princesa Dona Isabel e a Família Imperial do Brasil
 

Aspecto aproximado da mesa: Professor Otto e a Princesa Dona Christine ouvem o Vereador
 

Dom José e o Príncipe Dom Antonio
 

Dom Antonio, representando seu irmão - o Chefe da Casa Imperial do Brasil - Príncipe Senhor Dom Luiz de Orleans e Bragança, fala aos presentes sobre sua bisavó, a Magnânima Princesa Dona Isabel
 
 
O Professor Otto, historiador e pesquisador, também contribuiu com aspectos importantes sobre a Redentora


O Vereador Cesar Maia entrega a estatueta a Dona Christine
 

Dona Christine recebe as camélias


 Dona Christine recebe as camélias, flores que Dona Isabel cultivava em seu jardim como amostra da sua ideologia abolicionista
 

Representante da cultura negra também recebe as camélias da abolição
 
 
______________________
 
Com os agradecimentos à Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

domingo, 12 de maio de 2013

125 anos da Lei Áurea comemorados com solenidades no Rio de Janeiro

Dona Isabel, a Redentora
 
 
Sobre propositura do Vereador Cesar Maia, no plenário Teotônio Villela do Palácio Pedro Ernesto, ocorrerá às 14h do dia 13 de maio de 2013, uma Sessão Solene em homenagem aos 125 anos da Abolição da Escravatura.
 
As 16h, a Santa Missa será celebrada na mesma intenção, na Igreja de Nossa Senhora do Rosário e São Benedito dos Homens Pretos, na Rua Uruguaiana, nº 77, no centro do Rio de Janeiro.
 
Em Petrópolis, também no dia 13 de maio, o Museu Imperial empresta seu espaço para palestras e debates sobre o tema.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Rainha Maria Cristina das Duas-Sicílias será beatificada


A Rainha Maria Cristina das Duas-Sicílias, nascida Princesa de Savoia
 
 
Por Dom José Palmeiro Mendes, OSB
 
Enquanto se fala na canonização do Beato Carlos da Áustria, último soberano do Império Austro-Húngaro (beatificado pelo Papa João Paulo II) e da beatificação de sua esposa, Zita, nascida princesa de Bourbon de Parma (o processo já foi iniciado na França); enquanto se fala na abertura no Rio de Janeiro do processo de beatificação de nossa Princesa Dona Isabel, a Redentora – eis que proximamente deverá ser beatificada uma outra soberana européia. O Papa Francisco autorizou dia 3 de maio passado a Congregação para a Causa dos Santos promulgar o decreto que reconhece um milagre atribuído à intercessão de Maria Cristina de Savoia, rainha das Duas Sicílias, falecida em Nápoles com apenas 23 anos de idade. O milagre representa o passo decisivo para a beatificação da soberana.
 
Maria Cristina, princesa de Savoia, nasceu em Cagliari, na Sardenha, a 14 de novembro de 1812, sendo a filha menor de Vitor Manuel I, rei da Sardenha e da arquiduquesa Maria Teresa d´Austria-Este. Casou em 1832 com o rei (desde 1830) Fernando II, tornando-se rainha das Duas Sicílias. Era de sentimentos religiosíssimos e extremamente devota: católica fervorosa, tinha que viver numa corte cujo estilo de vida estava muito longe de sua sensibilidade. Ela faleceu em Caserta a 31 de janeiro de 1836, sem ter completado 24 anos, em consequências de complicações do parto, ao dar à luz seu único filho, Francisco, que seria Francisco II, último rei das Duas Sicílias (1836-1894), o qual foi educado no culto de sua mãe, chamada “Rainha Santa”. Fernando II, menos de um ano depois da morte da esposa, recasou com a arquiduquesa Maria Teresa da Áustria (do ramo dos duques de Teschen). Tratou, porém, do processo de beatificação de sua primeira esposa, a qual a 10 de julho de 1859 foi reconhecida pelo Papa Pio IX como Venerável. O reconhecimento agora do milagre abre a estrada para a beatificação de Maria Cristina.
 
Lembremos que o rei Fernando II das Duas Sicilias era o irmão mais velho da imperatriz do Brasil, Dona Teresa Cristina (1822-1891), a qual era, portanto sobrinha da futura Beata. De seu segundo casamento com Maria Teresa da Áustria, teve entre outros filhos, Afonso, conde de Caserta, que vai suceder ao meio irmão, o rei Francisco II, como chefe da Casa Real de Bourbon das Duas Sicilias. O conde de Caserta foi o pai, entre outros, de Dona Maria Pia (1878-1973), esposa do príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, do príncipe Dom Carlos, infante de Espanha (1870-1949), pai da princesa Dona Esperanza de Bourbon, esposa do príncipe Dom Pedro Gastão de Orleans e Bragança, e da princesa Maria Cristina de Bourbon das Duas Sicilias (1877-1947), esposa do arquiduque Pedro Fernando da Áustria (são os avós da arquiduquesa Walburga, esposa de Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança). Enfim, uma irmã mais velha da futura beata foi a princesa Maria Teresa de Savoia (1803-1879), esposa de Carlos II, Duque de Parma (são os pais de Carlos III e avós de Roberto I, Duques de Parma, antepassados, entre outros, da imperatriz Zita da Áustria e do príncipe Felix de Bourbon de Parma, príncipe do Luxemburgo, este último sendo avô da princesa Cristina de Ligne, esposa do príncipe Dom Antonio de Orleans e Bragança).

Rei Harald V da Noruega na Amazônia brasileira



O Rei Harald V da Noruega e o líder indígena

Fascinante: essa foi a definição do Rei Harald V da Noruega sobre sua viagem à Amazônia brasileira. 
 
De 22 a 25 de abril de 2013, o Soberano esteve hospedado em uma aldeia Yanomami, no Estado do Amazonas, a convite da Fundação da Noruega  para Floresta Tropical, que ajuda a manter projetos em aldeias indígenas da região. O Rei Harald foi recebido pelo líder da aldeia, Davi Kopenawa e pelo curandeiro Lorival. Participando ativamente das rotinas dos nativos, o Rei dormiu na oca coletiva, acompanhou a caça e comeu as verduras e frutas utilizadas para alimentação dos índios. “Foi fascinante escutá-los imitar todos os animais que existem aqui para atraí-los, desde jaguares a macacos e papagaios”, declarou o Monarca.
 
Em declaração a repórteres, o Rei afirmou: “Este era um antigo sonho que tive desde meus dias no Fundo Mundial para a Natureza - do qual foi nomeado presidente naquele ano. Agora que houve a oportunidade, aceitei”.  
 
O Monarca atento a floresta
 
Com os índios, o Rei da Noruega realiza seu sonho na Amazônia brasileira 
 
 
O Rei Harald, que foi o primeiro Chefe de Estado estrangeiro a visitar o território Yanomami, presenteou a tribo com um álbum de fotografias da Monarquia Norueguesa e, através de interpretes, contou a história de sua Família na Europa.  

O site da Casa Real da Noruega destaca a viagem em sua página principal, ilustrando-a com muitas fotografias e relatos.   
 
 
O fascínio de Sua Majestade com a rica diversidade tropical
 
 
 
Imagens: Casa Real da Noruega | ISA Brasil

domingo, 5 de maio de 2013

Chefe da Casa Imperial do Brasil, Dom Luiz de Orleans e Bragança, congratula o povo brasileiro pela Beatificação de Nhá Chica


A beata Nhá Chica
 
 
Foi beatificada em Baependi, Minas Gerais, no dia 4 de maio de 2013, Francisca de Paula de Jesus, conhecida popularmente como Nhá Chica. Neta e filha de escravos, passou sua vida, como devota de Nossa Senhora da Conceição, dedicada a caridade e ao bem do próximo. Conhecida como a Santa de Baependi e Mãe dos Pobres, Nhá Chica teve seu processo de pedido de beatificação iniciado em 1993 e somente em 2012, o Papa Bento XVI aprovou o decreto da Congregação para as Causas dos Santos sobre as virtudes heroicas da Serva de Deus. Após a análise do corpo médico da mesma congregação, atribuiu-se a Venerável Nhá Chica o milagre da cura de Ana Lúcia Meirelles Leite, de Caxambu (MG), que sofria de problemas cardíacos.

A cerimônia de beatificação foi presidida pelo Prefeito da Congregação para as Causa dos Santos, o Eminentíssimo Cardeal Angelo Amato, representante de Sua Santidade, o Papa Francisco. Pessoas de diversas partes do país e autoridades convidadas compareceram a celebração. O Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, convidado para a cerimônia, não podendo comparecer, enviou telegrama ao Cardeal Angelo Amato, a Dom Frei Diamantino de Carvalho, OFM, as Reverendíssimas Irmãs Franciscanas do Senhor e ao Postulador do processo de beatificação, Doutor Paulo Villota, no qual afirma:  

“Venho, em meu nome e no de toda a Família Imperial, congratular-me com as autoridades eclesiásticas e com a gente baependiense pela solene proclamação das virtudes da Venerável. 

Impossibilitado de comparecer, associo-me ao júbilo de quantos desejaram essa proclamação, por ela trabalharam ou pela Venerável foram favorecidos em ver assim passar a brilhar no firmamento da Santa Igreja mais este belo e próximo exemplo de santidade de vida.  

Durante muito tempo o Brasil católico — a Terra de Santa Cruz — sentiu a ausência de santos brasileiros reconhecidos. Afortunadamente eles vêm chegando, como a manifestar o desvelo da Providência em que nossa Nação conte, nessa quadra histórica, com mais intercessores. E Nhá Chica é muito genuína e caracteristicamente brasileira, por suas origens, seu temperamento, sua bondade, sua Fé singela e íntegra.”  

A próxima etapa do processo é a Canonização, para tanto se aguarda a confirmação de mais um milagre da beata Nhá Chica.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Rei Guilherme Alexandre e Rainha Maxima da Holanda: símbolos da unidade nacional


A bela Família Real da Holanda
 

A Holanda já tem um novo Rei. Sua Majestade Guilherme Alexandre ascendeu ao Trono depois da abdicação de sua mãe, a Rainha Beatriz, em seu favor. 
O Rei e a Rainha a caminho da cerimônia de investidura
 

O atual Rei da Holanda nasceu em 27 de abril de 1967, sendo o filho mais velho da Rainha Beatriz e do Príncipe Claus. Completou os serviços militares e bacharelou-se em História em 1993. É patrono da Global Water Partnership, membro ativo do Comitê Olímpico Intencaional, General de Brigada do Exército, Comodoro da Força Aérea e Marinha Real da Noruega.  

Em 2002, o então Príncipe Guilherme Alexandre desposou Máxima Zorreguieta Cerruti, nascida na Argentina em 1971, com quem tem três filhas: Catarina Amalia (2003) – Princesa Herdeira, Alexia (2005) e Ariana (2007).  
 
A comoção da Rainha Beatriz, querida por todos, ao abdicar em favor de seu filho
 

Depois do legado deixado por sua mãe, onde a popularidade da Rainha chegou a 70% de aprovação, o Rei Guilherme Alexandre e sua esposa, a Rainha Maxima, tem o dever intransferível de representar todos os cidadãos holandeses, pois segundo o Primeiro Ministro Mark Rutte, a monarquia é responsável pelo “sentimento de unidade nacional”. 
 
A cerimônia de investidura que marcou o início do Reinado do Rei Guilherme Alexandre e da Rainha Maxima, na qual compareceram membros das Casas Reais da Europa e da Ásia
 

O “Blog Monarquia Já” saúda Suas Majestades, o Rei Guilherme Alexandre e a Rainha Maxima da Holanda.

Rainha Beatriz da Holanda renuncia ao Trono


Depois de 33 anos de Reinando, a Rainha Beatriz I da Holanda renunciou no dia 30 abril de 2013.
 
 

Nascida no Palácio de Soestdijk, em Baarn, na Holanda, a Rainha Beatriz é a primeira filha da Rainha Juliana e do Príncipe Bernardo de Lippe - Biesterfeld. Quando criança, sofreu com os horrores da II Guera Mundial, tendo que se exilar, com a Família Real da Holanda, em Londres e no Canadá. Neste último país, iniciou seus estudos em escola pública e somente em 1945 pode voltar a sua terra natal. Em 1948, sua mãe, a Rainha Juliana, ascendeu a Trono que sua avó – a Rainha Guilhermina - havia abdicado. As dez anos, a então Princesa Beatriz já era Herdeira do Trono. Em 1961, formou-se em Direito.

No ano de 1966, a Rainha Beatriz se casou com Claus Amsberg, diplomata alemão, que se tornou um dos membros mais populares da Família Real. O casal teve três filhos: Guilherme Alexandre (1967), João Friso (1968) e Constantino (1969).

No dia 30 de abril de 1980, ocorreu a cerimônia de investidura da Rainha Beatriz ao Trono da Holanda pela abdicação de sua mãe, a Rainha Juliana, em seu favor.

Seu governo teve a forte marca da popularização da Família Real da Holanda, podendo ser citada como sustentáculo de uma monarquia moderna e eficiente.

ATENÇÃO


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