sexta-feira, 31 de julho de 2015

Depois de 2 anos fechado, Monumento à Independência do Brasil reabre em São Paulo

Monumento à Independência do Brasil
Imagem: divulgação 


De São Paulo, a professora Valdirene do Carmo Ambiel, arqueóloga responsável pelo recente estudo dos despojos do Imperador Dom Pedro I e das Imperatrizes Dona Leopoldina e Dona Amélia, informa:

O Monumento à Independência do Brasil foi reaberto a visitação pública na última terça-feira, 28/7/15, pelo Departamento do Patrimônio Histórico da Prefeitura do Município de São Paulo (DPH), Museu da Cidade de São Paulo. 

A visitação pode ser feita de terça-feira à domingo, das 9h às 17h. A entrada é franca.

Depois de 2 anos fechados, o Monumento reabriu embora não tenha recebido as obras de infraestrutura necessárias, como, por exemplo, as para impedir alagamentos e deteriorações por umidade. O Museu Paulista da Universidade de São Paulo ou Museu do Ipiranga, como popularmente é conhecido, no mesmo parque, permanece fechado. O acervo do Museu é um dos mais importantes do país e conta com peças que ajudam a reconstituir a saga da Independência do Brasil. Apesar da importância, o governo da república afirma que a previsão de reabertura será apenas em 2022.

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Hangout com o Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e Paulo Eduardo Martins é sucesso na internet

Confira o vídeo do hangout,  mediado pela "Terça Livre", com a participação do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança e a do jornalista Paulo Eduardo Martins. 



A transmissão foi um sucesso e teve mais de 900 espectadores.

domingo, 26 de julho de 2015

29/07, hangout sobre Monarquia com Dom Bertrand de Orleans e Bragança e Paulo Eduardo Martins, às 22h20


Hangout é um sistema de videoconferências que possibilita a interação de dois ou mais participantes. Popular desde 2010, tem atingido grande sucesso em todo o mundo, possibilitando discussões de temas que a mídia impressa e televisionada não costuma debater. Em 29 de julho, as 22h20min, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil, e o jornalista Paulo Eduardo Martins, do Paraná, participarão de um debate sobre Monarquia, mediado por Allan dos Santos, para a plataforma “Terça Livre”.

O debate por ser assistido ao vivo pelos canais:




Não perca! Divulgue para seus familiares e amigos. 

Jornal Diário de Notícias: Entrevista com Dona Isabel, Duquesa de Bragança

O jornal "Diário de Notícias", de Portugal, divulgou em 25 de julho de 2015, uma entrevista com Sua Alteza Real, Dona Isabel, Duquesa de Bragança. O jornalista Nuno Saraiva, que se confessou republicano, demonstrou, através da descontraída matéria, toda a importância de uma Família Real, desmistificando seus próprios conceitos e ajudando a entender que a Monarquia, uma das mais tradicionais instituições, conseguiu, através dos tempos, atualizar-se.

Dona Isabel e Dom Duarte, Duques de Bragança,
de jure Rei e Rainha de Portugal
Imagem: Casa Real de Portugal


Ao leitor do Blog Monarquia Já, a despeito do tom jocoso e pouco respeitador dado pelo entrevistador, típico de um republicano que não entende o verdadeiro valor dos símbolos nacionais, pede-se que aproveitem a essência da matéria e as lições contidas nas falas da Duquesa de Bragança.

Confira:


"O espírito monárquico e a religião têm de ser dados aos filhos a conta gotas, porque se não ficam ateus e republicanos"

Por Nuno Saraiva, em 25/07/2015, em Diário de Notícias, de Portugal

Almoço com Isabel de Herédia

À chegada ao segundo andar do prédio onde vivem os duques de Bragança, a porta abre-se. Eu, republicano empedernido e preconceituoso, convenci-me de que ia ser recebido por um mordomo daqueles à antiga com suíças até ao queixo ou por uma empregada impecavelmente vestida e engomada. Estupefacto, dou de caras com Duarte Pio e Isabel de Herédia a fazerem o acolhimento. "Entre, entre", dizem-me com uma naturalidade e uma descontração familiares.

Cheguei preparado para um chá com a mulher casada há 20 anos com o pretendente ao trono português. Mas está calor, muito calor. Quase que convocamos a ironia do Eça para dizer que "está de ananases". As janelas da sala cheia de fotografias dos infantes estão abertas para que o ar circule. Dispo o casaco e alivio o nó da gravata. O duque de Bragança, que está de saída, pendura-mo no bengaleiro de chão arrumado a um canto do hall de entrada. "O que é que quer beber? Uma cerveja, um sumo..." Ainda estou pasmo. São eles que fazem tudo. Fico-me pela água fresca que há de ajudar-me, ao longo da conversa, a engolir as fantasias, porventura injustas, que fui construindo ao longo da vida sobre estas pessoas. É a duquesa, dona de uma discrição impressionante, quem vai à cozinha buscar o jarro e serve os copos.

Sentamo-nos, frente a frente, vigiados pelo olhar de Jesus Cristo pregado na cruz gigante que domina a sala de estar. Licenciada em Gestão e especializada em Finanças na Universidade Getúlio Vargas, em São Paulo, trabalhou na empresa do amigo António Bustorff como gestora de fortunas e património até 1995. Depois do casamento com Duarte Pio, desistiu da carreira. "Abdiquei a nível financeiro. Ainda acompanhei os mercados durante um tempo, e de vez em quando ainda acompanho, mas mudei de ramo. Ainda tentei continuar a trabalhar, mas como tinha de passar muito tempo fora a acompanhar o meu marido - na altura ainda não tinha as crianças - comecei a achar que não era justo estar lá e acabei por sair." Dedica-se, até hoje, à gestão dos imóveis da família, herança deixada ao marido pela última rainha de Portugal. "Faço a gestão deste património, que a rainha D. Amélia deixou diretamente ao meu marido. Foram os únicos prédios com que Salazar, quando fez a Fundação Casa de Bragança, não pôde ficar. Esses prédios têm vindo a ser restaurados. Tínhamos uma inquilina, até há pouco tempo, que tinha feito o contrato de arrendamento com a rainha D. Amélia. Por isso imagine a renda que ela pagava. Gostávamos imenso dela, era uma querida, mas a renda era realmente muito baixa. E, ao longo deste anos, o esforço foi tentar recuperar os apartamentos, os prédios, aumentar as rendas e fazer que as casas fossem autossuficientes."

O duque de Bragança diz, por graça, que Isabel é "a ministra das Finanças" da família. A duquesa sorri e confirma que tem queda para a tirania financeira. "Normalmente, quando vamos às compras, o meu marido gosta de ser mais gastador e eu sou mais mão de vaca, sou mais forreta. Temos de ter atenção. Quando estamos em funções de representação temos de representar bem quem somos e o país a que pertencemos. Mas depois, no dia-a-dia, somos pessoas normais e discretas. Não esbanjamos, não precisamos de estar a gastar de mais. Neste momento, não há nenhuma família que não tenha de ter atenção ao orçamento e que não faça contas. Não se pode dar passos maiores do que a perna. E faço questão de não ultrapassar os limites."

Monárquica desde que se conhece, "não me lembro de não ser", Isabel de Herédia não tem dúvidas de que as monarquias são melhores do que as repúblicas. "Por exemplo, se perguntarmos a qualquer pessoa quem é o presidente da Alemanha, ninguém sabe. Se perguntarmos quem é o rei de Espanha, de Inglaterra, da Holanda ou do Luxemburgo, quase toda a gente sabe. Depois começamos a aprofundar mais, e indagamos quais são as economias mais desenvolvidas, onde é que as liberdades são mais respeitadas, etc. É nas monarquias." A pergunta é óbvia mas inevitável. Acredita mesmo que um dia vai ser rainha de Portugal? "Há uma certa barreira, sobretudo da parte política. Às vezes pergunto-me: vivemos numa democracia, defendemos a democracia, toda a gente acha e sabemos que os países mais desenvolvidos da Europa são os que têm monarquia. Mas depois, na nossa democracia que é tão boa, há um artigo na Constituição que proíbe o referendo e que as pessoas se pronunciem sobre o modelo de governo. Acho que é um bocadinho hipócrita. Às vezes irrita-me um bocadinho esta coisa: se vivemos num país democrático, porque é que não deixam o povo escolher? Agora, não penso se vou ser rainha ou não vou. De certa maneira já me sinto, mas digo sempre que Nossa Senhora é que é a rainha de Portugal e por isso sinto--me muito mais à vontade. Mas, de certa maneira, quando estou lá fora a representar Portugal, ou cá dentro, quando estamos a educar os nossos filhos, o espírito de serviço, nós temos uma posição oficiosa. As pessoas, quando vou na rua, perguntam como é que estão os nossos meninos. Isto é, não são meus são de todos. Tenho essa noção de que a minha família é de todos. Há uns que gostam mais, outros que gostam menos, e há uns que não ligam nenhuma. Mas também sei que há muitos que nos consideram família deles."

O filho mais velho, Afonso de Santa Maria, tem 19 anos. Porque o pai, Duarte Pio, já fez 70, há de assumir um dia a função de pretendente ao trono. "Isso, às vezes, pesa-lhe um bocadinho", reconhece. E a dúvida que me assalta é a de saber como é que se educa alguém para uma coisa que, constitucionalmente, não existe. "É uma responsabilidade. Para qualquer pai é difícil. No fundo, o que queremos sempre é que os nossos filhos sejam felizes, sejam confiantes, desenvolvam as suas capacidades e que sigam a sua vocação. O espírito monárquico e de serviço monárquico e a religião têm de ser dados a conta gotas, porque se não ficam ateus e republicanos [risos). Se os começarmos a obrigar a ir a tudo eles reagem e dizem "eu não quero isto para nada". Mas eles, desde pequenos, têm vindo a acompanhar-nos, quer cá dentro quer lá fora. E, de facto, a nossa maior preocupação é que eles tenham confiança e se sintam felizes, que tenham este amor a Portugal que nós os dois temos, e que tenham esta noção histórica daquilo que representam. E eles sabem, porque nós dizemos sempre, mesmo que vocês não venham a ser chamados, vocês são quem são. E isso tem uma responsabilidade."

Habituada ao convívio com cabeças coroadas e outras sem trono, não esconde admiração pela rainha de Inglaterra, Isabel II, pelos monarcas espanhóis Juan Carlos e Sofia, pela rainha Beatriz da Holanda ou pelo rei Balduíno da Bélgica, que morreu em 1993. Mas é com Semeão da Bulgária, o rei deposto pelos comunistas e forçado a 50 anos de exílio, que tem mais empatia.

Apesar dos títulos nobiliárquicos, Isabel de Herédia é mulher informal. Gosta de coisas simples e mundanas. De caminhadas manhã cedo, de ir à praia e nadar no mar ou de montar a cavalo, o que não faz há muito tempo, porque "me dá paz de espírito". É apaixonada por livros. O que mais a marcou foi O Perfume, de Patrick Suskind, porque "os cheiros estavam lá todos". Devora romances históricos, aprecia António Lobo Antunes ou Agustina. "Quando era mais nova, tive uma fase em que adorava o Camilo Castelo Branco. E até é engraçado que ainda agora o meu filho fez um trabalho que era uma comparação entre o Shakespeare e o Camilo Castelo Branco." Sempre que pode vai ao cinema, mas também fica em frente à televisão agarrada a uma boa série. "A Maria José Nogueira Pinto aconselhou-me uma vez a ver o Prision Break. Era fantástico." De ter amigos em casa e fazer jantares. "Não sou uma supercozinheira, mas as poucas coisas que faço, acho que faço bem." E até de contar anedotas. Sim, porque é pessoa como as outras, garante. "Quando fiz o curso de Defesa Nacional, algumas das pessoas que lá estavam olhavam para mim e tive aquela sensação de que "o que é que esta está aqui a fazer?". Para muitos, se calhar, estou sentada à espera de ir para um jantar, ou para uma festa, ou outra coisa qualquer, e não faço mais nada. Tomara muitas vezes poder dormir. Mas não me custa, que sou uma pessoa que acordo muito cedo. Mas somos normalíssimos, depois temos é mais este trabalho."

Os dias começam cedo, às vezes antes do nascer do Sol, pelas seis da manhã. "Os meus e-mails seguem, normalmente, a essa hora. Está tudo a dormir e é quando consigo ter tempo para ler o correio ou para ver as notícias. Depois, sempre que posso, gosto de ir andar. Leio e ponho uma série de coisas que estão atrasadas em dia. Até há pouco tempo, fazia questão de ir levar os meus filhos ao colégio, que é quando conversamos um bocado e rezamos o terço. Depois vou para o escritório, que é por baixo de casa. Na hora do almoço, se não tenho nada marcado, vou para a ginástica, que é outra coisa de que eu preciso. E depois, se possível, gosto de poder estar em casa a partir das quatro ou cinco horas da tarde, que é quando eles chegam e às vezes é preciso alguma coisa."

Ser rainha sem coroa tem, apesar de tudo, algumas vantagens. "Por um lado dá mais trabalho no sentido em que temos as responsabilidades e os deveres todos, mas não temos staff nenhum que nos ajude em coisas que nos facilitavam a vida. Por outro, tenho muito mais liberdade para dizer e fazer o que quero, enquanto as rainhas não podem tomar certas atitudes que eu posso. Se fosse rainha de facto, se calhar não podia guiar sozinha quando quero e para onde quero. Provavelmente tinha de ter guarda--costas. E teria, seguramente, menos liberdade. É claro que há coisas em que tomo cuidado porque o que dizemos tem consequências. Quer dizer, nem sei se tomo muito cuidado. Não sou uma pessoa que dê escândalos, para infelicidade de muita gente" [risos].

Isabel de Herédia é conservadora e mulher de fé. "Acredito que Nosso Senhor vai-me guiando." Patrocina várias associações de solidariedade social de apoio a crianças e doentes. E preside à Real Ordem de Santa Isabel, de que fazia parte Maria de Jesus Barroso e conta também com Manuela Eanes. "Somos cem senhoras portuguesas. E depois há também extranumerárias, como era a rainha Fabíola. A vocação é rezar pela união das famílias. A família é a coisa mais importante que temos e que hoje é muito atacada por diversas frentes. E um país para ir bem tem de ter famílias de bem. Mas, além disso, todos os anos damos dinheiro. Procuramos pelo país onde é que é mais preciso e cada ano damos a uma instituição diferente. Não temos assim tanto como isso, mas este ano vamos dar à Casa do Gaiato."

Atenta à realidade política, não perdoa a ruína a que foram votados os setores produtivos nacionais após a adesão à CEE. "Agora vêm-nos dizer que a agricultura e as pescas são muito importantes, mas naquela altura não queriam saber disso para nada. Uma das coisas que me fazem imensa impressão, e aí também é a diferença que eu aponto entre um rei e um presidente, é que um rei pensa a 100 anos para a frente. E um presidente, pensa em quantos anos? Não quer dizer que não haja bons presidentes, mas quer dizer, pensa muito mais no curto prazo. Agora, independentemente de monarquia ou república, nesta altura temos é de nos unir todos para que o país sobreviva, vá para a frente e tenha pelo menos mais mil anos. Mas devia haver um grupo estratégico que pensasse em 50 ou 100 anos para a frente."

É tempo de despedidas. São quase horas de jantar. Já de pé, pergunto se a família é rica. "Para mim ser rico é uma pessoa ter interesses e não se acomodar. No plano económico, temos a sorte de fazer bem as contas. Se nós queremos e temos de representar Portugal, claro que às vezes dava jeito ter um bocadinho mais de dinheiro. Mas não estamos mal. Não somos ricos, mas também não estamos desesperados."

Ao longo da conversa repetiu, várias vezes, que "o Duarte era o meu melhor amigo" e que "nem eu sabia que ia casar-me com ele". Não resisti, por isso, a perguntar se tem memória do momento em que se apaixonou: "Foi quando uma prima do meu marido, de quem eu gostava muito e que é muito nossa amiga, se começou a interessar por ele e eu fiquei furiosa. Foi aí que percebi que ali havia mais qualquer coisa e que não era só uma grande amizade." E também nesta história, de rainhas sem coroa que são pessoas como as outras, apesar "dos altos e baixos como em todos os casamentos", são felizes para sempre.

Rússia quer trazer de novo os Romanov e voltar a ser o país dos czares

O Grão-Duque Herdeiro George, um líder religiosa ortodoxo e a Grã-Duquesa María Vladimirovna, Chefe da Casa Imperial da Rússia 
Imagem: DN Portugal


Por Raquel Costa, em 21/07/2015 em DN Portugal

Putin quer recuperar a grandeza imperial e convidou a família real a regressar. Existem dois pretendentes ao trono russo.

Vladimir Petrov. É este o nome do membro do governo de Putin encarregado de restaurar a monarquia na Rússia. As ordens para que Petrov se encontrasse com os descendentes da última família imperial chegaram diretamente do presidente, que espera que os Romanov regressem ao país com um "estatuto especial", até porque a Rússia está a atravessar "um difícil processo de restauração da sua grandeza e os Romanov não podem ser excluídos deste processo".

Palavras de Petrov, que poderiam ser as de Putin. As intenções do presidente já foram vistas como uma tentativa de agradar às massas e uma forma de atacar o Partido Comunista. Mas o regresso dos Romanov não será um processo pacífico.


O trono está a ser disputado por dois nomes: a grã-duquesa Maria Vladimirovna, tataraneta do penúltimo czar da Rússia, Alexandre II, e o príncipe Dimitri Romanov, tataraneto de Nicolau I, imperador da Rússia e rei da Polónia. Estes são os descendentes do último czar russo, Nicolau II, forçado a abdicar depois da revolução de 1917. A família imperial viveu aprisionada desde essa altura até julho de 1918, quando foi levada para Sibéria e executada no porão de uma casa.

domingo, 19 de julho de 2015

VIII ENCONTRO MONÁRQUICO DE MINAS GERAIS

Depois de uma extensa agenda de sucesso no nordeste brasileiro, onde se reuniu com autoridades e principalmente com jovens monarquistas, Dom Bertrand de Orleans e Bragança se prepara para uma estada de 6 dias em Minas Gerais, participando do VIII Encontro Monárquico.

Dom Bertrand de Orleans e Bragança no nordeste 
Imagem: Pró Monarquia

Dom Bertrand de Orleans e Bragança em uma das reuniões com jovens monarquistas. A viagem ao nordeste foi um grande sucesso
Imagem: Pró Monarquia


Abaixo o convite:

Prezados Monarquistas,
É que com grande satisfação, que a Pró Monarquia- Secretariado da Casa Imperial do Brasil anuncia o VIII Encontro Monárquico de Minas Gerais, realizado pelo Círculo Monárquico de Minas Gerais.O Encontro se estenderá por seis dias, período de permanência de S.A.I.R. o Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança em Minas Gerais e percorrerá uma série de cidades, entre elas Belo Horizonte, Sete Lagoas, Curvelo e Montes Claros. 
Encaminhamos o convite para um almoço, por adesão, no próximo dia 2 de Agosto, Domingo, cuja data limite de reserva é 20.07.2015.Dúvidas com relação ao evento devem ser encaminhadas aos e-mails: 
andreyvapatrici@yahoo.com.br e mariodelimaguerra@yahoo.com.br 
* * *
Convite
Clique para ampliar

Segue a Programação: 
- Dia 01.08.15 
18 horas - Belo Horizonte: Chegada do Príncipe Dom Bertrand e pernoite em residência, graciosamente oferecida por Monarquistas. 
- Dia 02.08.15 
9 horas e 30 - Missa em Ação de Graças, Rito Tridentino, Igreja de Nossa Senhora do Líbano (Colégio Santa Maria) – Rua Pouso Alegre, nº 659 - Bairro Floresta – Belo Horizonte.
12 horas - Almoço de Confraternização no Restaurante do Minas II : Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Dr. Cláudio Freitas Utsch Moreira. 
Posse do Presidente da Juventude Monárquica. 
Pronunciamento do Presidente da Juventude Monárquica: Acadêmico de Direito Caio Bellote. 
17 horas - Despedida do Príncipe Dom Bertrand e saída para Sete Lagoas. 
19 horas - Sete Lagoas: Chegada. 
19 horas e 30 - Jantar com o Exmo. Sr. Secretário de Cultura, Dr. Márcio Vicente Silveira Santos, e Representantes dos Monarquistas da Região. 
20 horas e 30 - Coletiva à Imprensa e, em seguida, pernoite em Sete Lagoas 
- Dia 03.08.2015 
9 horas e 30 - Visita ao Exmo. e Revmo. Sr. Bispo de Sete Lagoas, seguida de Missa na Catedral. 
10 horas e 30 - Visita do Príncipe Dom Bertrand ao Exmo. Sr. Prefeito de Sete Lagoas, Dr. Márcio Reinaldo Dias Moreira. 
11 horas e 30 - Almoço com o Sr. Prefeito Municipal Dr. Márcio Reinaldo, outras Autoridades e Monarquistas participantes do EMMG VIII. 
14 horas - Visita às Indústrias de Sete Lagoas. 
19 horas - Apresentação dos Congadeiros de Sete Lagoas, seguida de Sessão Solene no Auditório da Universidade de Sete Lagoas: Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Exmo. Sr. Prefeito de Sete Lagoas Dr. Márcio Reinaldo. 
21 horas - Jantar com o Exmo. Sr. Secretário de Cultura, Dr. Márcio Vicente Silveira Santos, e Representantes dos Monarquistas da Região: Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Dr. Hugo Henrique Aparecido de Castro, Presidente do Círculo Monárquico de Pompéu. 
- Dia 04.08.2015 
9 horas - Visita à EMBRAPA. 
10 horas - Reunião com Representantes do Setor Agro-Pecuário de Sete Lagoas. 
11 horas - Despedida do Príncipe Dom Bertrand e saída para a cidade de Curvelo. 
13 horas - Curvelo: Chegada. 
13 horas e 30 - Almoço com Autoridades, Produtores Rurais, Empresários e Representantes dos Monarquistas de Curvelo: Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Dr. Éder Martins Sobrinho. 
15 horas e 30 - Visita ao Santuário de São Geraldo. 
16 horas - Despedida do Príncipe Dom Bertrand e saída para Montes Claros. 
19 horas - Chegada a Montes Claros, com recepção dos Monarquistas no Posto da Polícia Rodoviária Federal. 
20 horas - Jantar com Representantes dos Monarquistas da Região e pernoite em Montes Claros. 
- Dia 05.08.2015 
8 horas - Café da Manhã com as Lideranças Monárquicas da Região. 
9 horas - Entrevista na Rádio Unimontes. 
10 horas - Visita ao Instituto Federal Norte Mineiro:Palestra do Acadêmico de Psicologia Victor Augusto sobre “Neurose republicana no Brasil”. 
11 horas e 30 - Visita ao Quartel do 55º Batalhão de Infantaria de Montes Claros: Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Cel. Marco Antônio Cardoso de Pádua Melo. 
12 horas e 30 - Almoço. 
15 horas - Visita à APAE. 
15 horas e 30 - Visita do Príncipe Dom Bertrand ao Exmo. Sr. Prefeito de Montes Claros, Dr. Ruy Adriano Borges Muniz. 
20 horas - Sessão Solene do Círculo Monárquico de Montes Claros – Auditório da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais: Saudação ao Príncipe Dom Bertrand pelo Dr. Ezequiel Novais Neto, Presidente do Círculo Monárquico de Montes Claros. 
Encerramento do VIII Encontro Monárquico de Minas Gerais, seguido de jantar com Autoridades da Região de Montes Claros, Monarquistas, Produtores Rurais e Empresários e pernoite em Montes Claros. 
- Dia 06.08.2015 
10 horas - Aeroporto de Montes Claros: S.A.I.R Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança despede-se de Minas Gerais e retorna a São Paulo.


LEITOR DE MINAS GERAIS
Participe do VIII Encontro Monárquico de Minas Gerais, 
aproveite esta oportunidade para conhecer as propostas
 da Monarquia para o Brasil. 


FIQUE ATENTO:
Em outubro é a vez da região sul, com o 
Encontro Monárquico Sul Brasileiro, em Santa Catarina.

Conde d’Eu: um grande exemplo de Príncipe

Por cortesia da Livraria Dom Pedro II, de Juiz de Fora, o Blog Monarquia Já, com exclusividade, transcreve uma sessão do compêndio que marcou o centenário da cidade de Petrópolis, narrando parte da visita realizada pelo Conde d’Eu ao Brasil, quando da revogação da Lei de Banimento. Neste texto, Alcindo Sodré demonstra a verdadeira face do Príncipe Gaston d’Orleans, Conde d’Eu, muito distinta da imprensa da época e das deformações dos livros escolares. Confira:


CENTENÁRIO DE PETRÓPOLIS
VOL. V

TRABALHOS
DA
COMISSÃO DO CENTENÁRIO

P. M. P.
1942


Nota: Por ser transcrição, a grafia da época foi mantida.

***

O Conde d'Eu em fotografia de 1921, no Rio de Janeiro, último registro em solo brasileiro
Imagem: Acervo MIP


GASTÃO D’ORLEANS
(MARECHAL CONDE D’EU)


Foi no verão de 1920 para 1921.

Em consequência da lei que revogara o banimento da Família Imperial, o Conde d’Eu e o Príncipe Dom Pedro achavam-se no Brasil, e haviam subido certa tarde para Petrópolis, hospedando-se no Hotel Moderno, à avenida Quinze de Novembro.

Na manhã seguinte, entre 8 e 9 horas, passávamos eu o e o professor Adrien Delpech, em passeio a cavalo, pela porta do Hotel Moderno quando dali saia, sosinho e a pé, o Conde d’Eu.

Seria o primeiro contacto de Gastão d’Orleans com Petrópolis após 31 anos de ausência forçada. Bem interessante deveria ser uma cômoda e discreta observação que nos proporcionava um singular personagem em tão especiais circunstâncias.

E foi o que obtivemos, sofreando o passo de nossos ginetes, de maneira a termos a sempre pela nossa dianteira o Conde d’Eu. Trajando escuro, e com andar vagaroso próprio da idade avançada, e além disso com o passo incerto de quem caminhava sem sabe como, desprovido de rumo, pisando e vivendo num cenário de sonho e lembrança, o velho Marechal se detivera pouco adiante, na iniciativa de um aperto de mão ao primeiro transeunte que lhe tirara respeitosamente o chapéu...

Na confluência da rua Paulo Barbosa, Gastão d’Orleans atravessa a ponte para o lado par da avenida 15, e mal chegado ao passeio torna a deter-se para novo aperto de mão a um negociante que, da porta do estabelecimento, se curvara à sua passagem.

Atinge de pronto o extenso gradil do Palácio Imperial, naquela época ainda existente sobre a principal rua de Petrópolis, e pouco depois de ei-lo parado ao centro do largo portão que havia onde hoje começa a rua Almirante Tefé. O Conde d’Eu estacou no limiar do velho portão, antiga entrada das carruagens do Paço. Lá no fundo, junto ao barranco de vegetação do Parque Imperial, uma nova capelinha, na sua brancura e simplicidade, era a única nota de graça a estabelecer contraste nas reminiscências de uma panorama querido e jamais olvidado.

Longos minutos quedou-se o Conde d’Eu na contemplação do quadro. Seu peito como que se curvara, reverente e estático, ao peso do sentimento das mais vivas e saudosas recordações. Que turbilhão de imagens não leh teriam passado pelo espirito naqueles instantes? Lá estava a lembrança material e feliz dos dias idos. À direita, a Casa da Mordomia, depois a Casa dos Semanários, a Casa dos Músicos. Nada mudara a não ser os moradores.

De súbito, como quem acorda para a vida de momento que passa, o Conde d’Eu fez brusca meia volta, e nós, discretamente acolhidos à sombra de uma magnólia fronteira pudemos bem vêr que pela face do velho Marechal do Exército Brasileiro, deslizavam duas grandes lágrimas...

A emoção fora tão grande, que o caminheiro resolvera dar por concluído o seu passeio. Atravessando a ponte próxima, ei-lo que voltava direto ao Hotel.

Assaltou-se então o desejo de cumprimenta-lo. Para tanto, adiantamo-nos de uma quadra, e apeiados junto à calçada, aguardamos o ilustre passeiante.

Não era um simples capricho de falar a um príncipe. Levava-nos o impulso de um subconsciente, que havia coligido longa série de episódios e convivências, em narrativas que só as avós podem e sabem contar...

E entre as coisas de que nossas cabeças estavam povoadas, figurava uma grata hospedagem dada em 1885 aos Condes d’Eu e filhos, na Estância da Quinta, propriedade de família no Rio Grande do Sul.

Aproximava-se o Príncipe, e percebendo logo nossa expectativa, mune-se da corneta acústica e para, a mão direita estendida. E logo, o breve diálogo:

- Somos bisneto do Conselheiro Jobim.
- Neto da Eugênia ou da Luisa?
- Da Eugênia, Alteza.
- Muito me lembro dela. Guardo ainda a melhor lembrança da minha visita ao Rio Grande. Ainda está com a família, aquela propriedade à margem do Jacuí, que atravessamos numa grande balsa, varando entre margens de lagedos?

Satisfeito o nosso impulso em cumprimentar o Conde d’Eu, ficou-nos funda impressão daquele admirável memória de otogenário que ao simples enunciar de um nome, logo estabelecia as hipóteses de descendência, e se referia a um detalhe de viagem que lhe ficara preso à retina, numa perfeita identificação de pessoas e coisas, colocadas a longa distância de tempo, ele que pela sua função oficial, tantos momentos semelhantes deveria ter vivido, de modo a que quantidade lhe desse justificavel perturbação às nítidas evocações de cada episódio.

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O sentimento do neto de Luis Filipe para com o Brasil, sentir sincero e de leal à Pátria da Princesa Imperial, sua ilustre consorte, tem sido comprovado através de abundante documentação. Mesmo assim, não será demais, e tem até um sabor especial para a atualidade, o conteúdo de uma carta do Conde d’Eu, agora recolhida ao arquivo do Museu Imperial.

Um estudioso de assuntos históricos, residente no Rio Grande do Sul, mantinha correspondência com o historiador paraguaio Juan Silvano Godoy, e desejando esclarecer um feito da campanha contra Lopes, mencionado em livro do escritor estrangeiro, dirigiu-se por carta ao Conde d’Eu, que lhe respondeu desta forma:

“Chateau d’Eu, 7 de outubro de 1916. – Ilmo. Sr. Alberto Rodrigues – Pelotas.

Agradeço-lhe vivamente ter-se lembrado de escrever-me pedindo que eu retificasse as alegações contidas no trecho que me enviou por cópia de uma obra do Sr. Silvano Godoy relativo a incidentes que este afirma terem-se dado após a tomada de assalto da Praça de Paribebuí, a 12 de agosto de 1869. Posso informar-lhe que segundo minhas recordações são inteiramente imaginários os incidentes ali narrados, não só do incêndio de um hospital abrigando feridos e doentes, como o da pretensa morte do Comandantes Caballero que o autor da narrativa menciona como tendo sido Chefe dessa praça de guerra. Nenhum militar brasileiro seria capaz de matar a sangue frio a um prisioneiro de guerra, nem eu toleraria semelhante ato, se chegasse a meu conhecimento, e eram pelo contrário os paraguaios que caíram nas nossas mãos sempre tratados com muita consideração, e por via de regra, postos em liberdade pouco depois; pois nenhum desejo mostraram de procurar reunir-se às forças do Ditador Lopes, onde só encontrariam a continuação de sofrimentos de toda a ordem por eles já experimentados e a prolongação de uma luta esteril.

Rogo-lhe dê toda a publicidade possível às presentes linhas; e creia que lhe sou grato por ter me proporcionado esta ocasião de desagravar o brilhante renome do exército brasileiro que me coube a honra de comandar.

Queira receber expressões de cordial estima. – Gastão d’Orleans, Conde d’Eu.

Sinto não possuir a obra do Sr. Godoy, pois nela encontraria talvez outros pontos a retificar.”

Aí está mais um depoimento sobre a conduta de Gastão d’Orleans respeitante ao Brasil. Exiliado com a esposa, já com muita idade, certamente sem a menor esperança de rever sequer a Pátria de seus filhos, não pôde sopitar o transbordamento do coração, numa oportunidade que lhe foi oferecida para se repetir honrado com a investidura de comandante em chefe das armas brasileiras, e defender a dignidade da nossa classe militar. E no momento em que o fazia, a França em guerra, o Conde d’Eu defendendo como podia a terra de seu berço, achava-se de carabina ao ombro, em serviço de retaguarda.

E por sinal que, conforme as circunstâncias, sua nobilitante carta para o Brasil, trazia no envólucro o necessário carimbo: “Ouvert par l’autorité militaire”.  
       
Alcindo de Azevedo Sodré

terça-feira, 14 de julho de 2015

Ancelmo Gois: Dom Pedro II, um ET no Brasil de hoje

Por Ancelmo Gois, em O Globo, 12 de julho de 2015



sexta-feira, 10 de julho de 2015

Faleceu o Marquês Luigi Coda Nunziante de San Ferdinando.

Faleceu em Florença, na Itália, no dia 07 de julho de 2015, o Marquês Luigi Coda Nunziante de San Ferdinando.

Nascido em 20 de setembro de 1930, o Marquês Luigi pertencia a destacada família da nobreza italiana. Frequentou a Academia de Livorno e foi Oficial da Marinha Italiana, onde alcançou o posto de Comandante. Depois de se licenciar, fez breve carreira politica.

Era casado com a Condessa Gabriella Spalletti Trivelli, com quem teve cinco filhos.

Ativo militante das causas pró-vida e pró-família, era o Presidente da Associação Famiglia Domani, grande promotora da Marcha pela Vida, em Roma. Foi grande incentivador do Motu Próprio Summorum Pontificum, de S.S., o Papa Bento XVI.  Em 1997, juntamente com a Princesa Elvina Palaviccini fundou a Associação Noblesse et Tradition que congregou a nobreza internacional.

O Cardeal Raymond Leo Burk e o Marquês Luigi Coda Nunziante numa das edições da Marcha pela Vida, em Roma
Imagem: divulgação


Era amigo dos Príncipes Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil, e do Príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança, Príncipe Imperial, aos quais encontrou sucessivas vezes na Europa, tendo, numa destas ocasiões, acompanhado a investidura dos Príncipes na Ordem Soberana e Militar de Malta, no Palácio Magistral, em Roma, feita por Sua Alteza Eminentíssima Fra Andrew Bertie. Ainda nesta ocasião, o Marquês ofereceu um memorável almoço comemorativo aos Príncipes. 

Recebeu de S.A.I.R., o Príncipe Dom Luiz, a comenda da Imperial Ordem da Rosa, no grau de grande dignatário.   

O funeral do Marquês Luigi Coda Nunziante  ocorrerá na sexta-feira, 10/07, às 10h30 na Igreja de Santi Michele e Gaetano, em Florença, de acordo com o antigo rito romano, ao qual ele sempre se manteve fiel.



O Blog Monarquia Já se une a família dos Marqueses de Coda Nunziante de San Ferdinando, especialmente a Dona Virginia, neste momento de pesar pelo falecimento do Marquês Luigi.     

Faleceu a Princesa Dorothea da Baviera, Arquiduquesa da Áustria e Grã-Duquesa Viúva da Toscana

Faleceu em 5 de julho de 2015 a Princesa Dorothea da Baviera, Arquiduquesa da Áustria e Grã-Duquesa Viúva da Toscana, tia do Príncipe Dom Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial do Brasil.

A Princesa Dorothea na juventude
Imagem: Arquivo Dionatan da Silveira Cunha


Nascida Dorothea Theresa Marie Franziska, Princesa da Baviera, em 25 de maio de 1920, no Castelo de Leutstetten, na Baviera, era filha do Príncipe Franz da Baviera e da Princesa Isabelle de Croÿ, sendo, portanto, a irmã mais moça da Princesa Dona Maria (de jure Imperatriz do Brasil, casada com S.A.I.R., o Príncipe Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança, mãe de SS.AA.II.RR., os Príncipes Dom Luiz e Dom Bertrand).

Casou-se, em 1938, com o Arquiduque Godofredo da Áustria, Príncipe da Hungria e da Boêmia, do ramo toscano da Casa de Habsburgo-Lorena, filho do Arquiduque Pedro Fernando e da Arquiduquesa Maria Cristina, nascida Princesa de Bourbon Duas-Sícilias (tia de Dom Pedro Henrique de Orleans e Bragança).  O casal teve quatro filhos: As Arquiduquesas Elisabeth (1939), Alice (1941), Maria Antonieta (1950) e o Arquiduque Leopoldo (1942), herdeiro do Grão-Ducado da Toscana.

O atual Grão-Duque da Toscana, o Arquiduque Sagismundo, é seu neto. 


Aos filhos, netos, bisnetos e sobrinhos da Princesa Dorothea da Baviera, Arquiduquesa da Áustria e Grã-Duquesa Viúva da Toscana, o Blog Monarquia Já envia as condolências. 

ATENÇÃO


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